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Working mama: é possível conciliar carreira e maternidade?

A vida de uma mulher que quer crescer no trabalho ainda é muito desafiadora. A grande maioria das mulheres já passou, ou ainda passará pelo fatídico momento em que será preciso unir a vida profissional e a maternidade, que apesar de ser um trabalho árduo, também pode se tornar muito gratificante.

Conversamos com Suzie Clavery Pires Guimarães, que provou que a maternidade não é mais desculpa para deixar a carreira de lado. Ela atualmente trabalha como Global Digital Marketing Recruitment Leader na IBM, é fundadora e administradora do blog Maternidade em cena , é Knowe Advisor e ainda divide o seu tempo entre seu filho, Lucas de 1 ano e 5 meses e Alice, quem ainda carrega na barriga.

 

Como começou a sua carreira

Suzie começou sua carreira como designer gráfica, trabalhando em agências de publicidade, em editora e com mídias sociais. Visando ampliar seus horizontes, decidiu fazer sua pós graduação e se especializar em marketing.

Foi após essa especialização que ela começou a trabalhar com marketing para recrutamento na Michael Page, assumindo a liderança do marketing online para a América Latina. Depois de um tempo trabalhando no ramo, surgiu a oportunidade de trabalhar com esta mesma área na IBM.

Suzie: “Eu aprendi a humanizar o trabalho de atração de talentos na Michael Page… E depois de 1 ano, fui convidada a trabalhar na IBM com o desafio de abrir essa área que não existia no Brasil. Eles queriam inovações de recrutamento na área de recursos humanos.”

Novos caminhos e um grande desafio:

A primeira oportunidade de emprego na IBM, foi para trabalhar na área de marketing para recrutamento, e após 2 meses de espera, ela recebeu a notícia de que a empresa tinha achado a vaga correta para ela. Assim, ela começou a trabalhar com uma posição que ainda não era efetiva porém já era de grande responsabilidade.

Suzie: “Me chamaram para fazer parte da área de Talent acquisition Marketing e empowering the brand. Era uma área que ainda precisava ser completamente estruturada, ninguém nem sabia dizer exatamente o que era aquilo.”

Suzie teve então um grande desafio: desenvolver uma nova área para uma das maiores empresas do Brasil. Ela ficou insegura, pois estava prestes a se casar e estava trabalhando em uma posição temporária. Era muito desafiador continuar a construir uma área que ainda ninguém tinha grande conhecimento, e gerar uma boa visibilidade para empresa. Depois de um ano se esforçando muito, Suzie foi efetivada e a partir daí toda a sua carreira dentro da empresa começou a fluir.

Suzie:“Depois de mais ou menos 1 ano e meio trabalhando no Brasil, a mesma posição na América latina vagou, e então eu comecei a trabalhar nesta posição para o Brasil e América Latina, até encontrarem um profissional para suprir o meu lugar no Brasil e eu pudesse assumir exclusivamente a América Latina. Foi super legal  reproduzir lá o que eu já tinha feito no Brasil, mas também entender algumas particularidades do mercado, por exemplo, todas as estratégias de marketing que tiveram que ser readaptadas de acordo com cada cultura, para cada país. “

A importância das mídias sociais

As mídias sociais foram de grande importância para dar um UP na carreira da Suzie, que durante sua jornada, sempre teve que ter muito contato com o time Global de recrutamento, fazendo muitos treinamentos com foco em mídias sociais. O Brasil e, principalmente, a América Latina tiveram um desenvolvimento muito rápido de mídias sociais para a atração de candidatos.

Toda a direção de performance e conteúdo foi muito bem estruturada e serviu como exemplo com outros países que não sabiam como começar  a unir as mídias sociais e o recrutamento, o que levou  Suzie a se destacar perante o time global, que mais tarde acabou acarretando em uma promoção para sua posição atual de Global Digital Marketing Recruitment Leader.

Suzie: “Eu comecei a fazer todas as campanhas de recrutamento que passavam em todas as mídias sociais da IBM, e hoje eu estou trabalhando focada no LinkedIn, treinando recrutadores, e também na parte de Web, ajudando a IBM a melhorar a experiência online dos candidatos. Também faço a estratégia de posicionamento nessa nova era que estamos vivendo, construindo o ambiente online na parte de recrutamento de candidatos para que eles sejam atraídos para vagas da IBM.”.

A maternidade

Após ingressar no time global, no fim de 2014, Suzie descobriu que estava grávida. A insegurança feminina nesse momento sempre existe, a reação da empresa com  esse fato, é sempre imprevisível, podendo gerar conflitos para as futuras mães.

Suzie:“ Eu tive muito suporte da empresa nesse momento. Diferente de muitas empresas que ainda têm a mentalidade de “não vou contratar uma mulher que pode engravidar e pode prejudicar o trabalho”, a IBM valoriza muito a maternidade e a flexibilidade. Há diversos planos de apoio, como planos de saúde diferenciados, auxílio a medicamentos, entre outros.”.

A IBM oferece os 4 meses de licença maternidade, mais dois meses de licença visando  reter seus talentos femininos, valorizando a importância da amamentação, além de dar a oportunidade  de se fazer home office independente do momento de vida. Os chefes de Suzie, costumam trabalhar ao redor do mundo, sem uma estação fixa de trabalho, o que lhes dá flexibilidade de trabalhar de qualquer lugar, contanto que estejam conectados e entregando suas demandas. Suzie sempre considerou sua carreira muito importante, mas com a maternidade suas prioridades mudaram, e estar em uma empresa que apoiava seu momento de vida foi um fator chave para ela ter uma gravidez tranquila e continuar traçando sua jornada profissional. Mas fazer equilibrar a tarefa de mãe colaboradora é um constante desafio.  

Suzie:“ Para fazer home office você precisa ser organizada e responsável. Muitas pessoas ainda tem dúvidas sobre a dificuldade de fazer home office, tem dias que você tem mais demanda, outros menos. Na IBM tem o summer time que é você trabalha alocando os seus horários durante a semana e tem a sexta-feira livre.Muitas mães procuram ela para conseguir conciliar a carreira e a maternidade e muitas pessoas ainda tem dúvidas sobre a dificuldade de fazer home office. A mulher não tem só um caminho para seguir, ser mãe ou profissional, e às vezes o mercado obriga a mulher seguir um só caminho, e isso é cruel.”

Para Suzie, não querer ser mãe é uma opção e tem que ser respeitada, mas quem quer ser mãe, não deve desistir de carreira. Buscar o equilíbrio entre carreira e maternidade sempre é uma boa opção!


O blog

Hoje em dia, tudo está na base do compartilhamento. Suzie sempre foi uma pessoa muito ativa, e quando o seu primeiro filho nasceu, a sua vida mudou muito. Ela sentiu a necessidade de desabafar sobre tudo o que ela viveu depois da gravidez, e então criou um blog chamado Maternidade em Cena. Lá, ela tenta de forma divertida compartilhar experiências da maternidade, como por exemplo, depressão pós parto, amamentação entre outros.

Suzie:“ Eu quis diferenciar no meu blog, escrever sempre foi uma paixão minha. O blog foi muito mais para mim, porque depois de tantos desabafos no Facebook, criei um espaço para desabafar e compartilhar essas experiências com outras mães. Por mais que você leia muito sobre os assuntos da maternidade, você só saberá quando for realmente mãe.”

O blog acabou se tornando mais uma responsabilidade e um novo seguimento para complementar o seu portfólio de ocupações. Hoje, além de blogueira, Global Digital Marketing Recruitment Leader e Knowe Advisor, Suzie ainda considera ser mãe uma das partes mais gratificantes em sua carreira. 

 

Gostou da história de Suzie? Venha conversar e trocar mais experiências com ela em uma Knowe Session!

Se você também deseja compartilhar algumas de suas experiências e prestar o serviço de mentoria, venha para a Knowe Community e se torne um Knowe Advisor!

Feliz dia das mães!

 

Hora de arriscar: falhar pode estar no meio do caminho do sucesso

Não deixe de correr atrás de um sonho por medo de correr riscos. Conheça histórias de empresários que superaram momentos difíceis

 

Quando observamos a carreira de sucesso de grandes empresários no mercado brasileiro e internacional, muitas vezes, deixamos a exposição de suas conquistas esconder detalhes de sua biografia.

Muitos dos grandes nomes do mundo corporativo da atualidade passaram por problemas gigantescos e, exemplarmente, arriscaram tudo para dar a volta por cima.

A Knowe é uma startup que acredita intensamente na mudança de hábitos e atuação para obter o reconhecimento profissional. Para isso, contamos com uma rede extremamente ampla de Advisors, que atuam como mentores que serão os responsáveis por proporcionar as mudanças que você deseja em sua carreira.

Conheça algumas histórias de superação que vão lhe inspirar!

 

Reciclando milhões de R$

Aos oito anos de idade, Geraldo Rufino andava pelas ruas da periferia de São Paulo recolhendo latas e lixo reciclável para ajudar no orçamento de casa.

Obstinado, arriscou o que tinha e o que não tinha nos caminhos da inovação. Após trabalhar como office boy e falir por seis vezes, finalmente atingiu o sucesso – e com estilo!

Rufino hoje comanda a JR Diesel, uma empresa que quebrou paradigmas e revolucionou o mercado de reciclagem de peças automotivas no Brasil.

Seu faturamento anual é de R$ 50 milhões!

Leia também: Profissionais de sucesso que escolheram compartilhar seu conhecimento

 

Do fracasso ao topo, sobre rodas

Quem ouve as palavras de Soichiro Honda, geralmente sai pensando em uma de suas frases mais conhecidas, a de que o sucesso é apenas 1% do resultado de 99% do que chamam de falha.

A expressão não surgiu do nada. No início do século XX, Honda se esforçava para fornecer peças para uma exigente Toyota.

Durante a Segunda Guerra Mundial, chegou a ter suas fábricas alvo de bombardeios.

Quando tudo parecia estar perdido, o rapaz conseguiu enxergar a chance de crescer e investiu, novamente, tudo na direção do sucesso. E o alcançou: nascia então a gigante Honda.

A força que faltava

Nos momentos de dificuldade, dívidas e indecisão, às vezes, uma palavra bem colocada pode fazer toda a diferença.

A Knowe, por meio de suas versáteis videoconferências, é capaz de proporcionar o encontro com o Advisor ideal que pode dar a força que faltava para a mudança nos ramos da sua carreira.

O passo fundamental, assim como nos casos de superação, é não ter medo de arriscar e, principalmente, jamais desistir.

Conheça agora mesmo a plataforma de orientação profissional e troca de conhecimentos da Knowe.

Chegou a hora de dar a volta por cima!

Profissionais de sucesso que escolheram compartilhar seu conhecimento

Conheça os profissionais de sucesso que obtiveram êxito no mundo dos negócios com competência e ideias inovadoras – e surpreenderam ao compartilhar o conhecimento e seus segredos às novas gerações

Suas carreiras são temas de reportagens e capas de revistas. Suas conquistas estampam materiais de divulgação e são citadas em eventos. Eles são os empreendedores do futuro, que conseguiram (e conseguem) prosperar na nova economia, com estilo inovador, persistência e o chamado “pensar fora da caixinha”. No entanto, ao contrário de outras gerações, esses profissionais têm um diferencial muito importante. Eles escolheram compartilhar conhecimento. Seja por cursos, por palestras, livros ou por eficientes videoconferências, esses líderes estão disseminando sua cultura empresarial e, se você ainda não os conhece, nós da Knowe resolvemos reunir aqui um guia para seguir esses caras!

 

Líderes que ensinam os mais jovens

 

Robert Kiyosaki e a educação financeira

Na visão desse mega empresário, o sucesso profissional não está diretamente ligado a escolha de um curso universitário que forme o estudante para grandes remunerações – o segredo está na educação financeira que ele recebe quando jovem. Kiyosaki teve uma trajetória muito vitoriosa – chegou, inclusive, a lutar na Guerra do Vietnã, nos anos 1970 – e, quando estava no topo, decidiu compartilhar conhecimento. Dessa jornada, o empreendedor criou o best seller Pai Rico, Pai Pobre e outros tantos títulos, que já venderam mais de 26 milhões de cópias em 80 nações ao redor do mundo.

 

Flávio Augusto da Silva e a geração de sucesso

Silva tinha apenas 23 anos de idade quando pensou e “tirou do papel” a Wise Up, escola de inglês que se transformou em case no mercado nacional. A empresa chegou a ser vendida por aproximadamente R$ 1 bilhão e, em seguida, foi adquirida novamente (pela metade do preço). O estilo de trabalho de Flávio Augusto e seu olhar para os negócios são suas marcas registradas. Pensando na difusão desses conteúdos, ele criou o Geração de Valor e, ainda, o meuSucesso.com, que permite que você estude essas práticas com empreendedores reais.

 

Jordan Belfort e os ensinamentos do Lobo

Estrelado por Leonardo DiCaprio e dirigido por Martin Scorsese, o filme O Lobo de Wall Street marcou época. O roteiro é apaixonante: a história de sucesso a qualquer custo de um homem no mercado financeiro. Talvez você não saiba, mas trata-se de uma narrativa baseada em história real. Esse homem é Jordan Belfort. Os fatos verdadeiros (e os nem tanto) que passaram na tela do cinema podem ser conferidos no livro – que é, certamente, um best seller.

 

Sandro Magaldi  e as Vendas 3.0

São 25 anos dedicados à área de vendas e, também, como executivo no segmento de negócios. Somando a essa atuação, Magaldi também foi para a sala de aula, como professor em cursos de MBA em respeitadas instituições. O resultado de todo esse investimento foi compartilhar conhecimento, seja através de seus livros (como é o caso do Vendas 3.0) ou então pelo meuSucesso.com, do qual é CEO.

 

O termômetro financeiro de T. Harv Eker

Após uma série de altos e baixos em suas economias, T. Harv Eker vendeu de jornal e sorvetes até se dar muito bem com a venda de equipamentos fitness. No entanto, a fortuna acabou em alguns anos. Esse movimento fez com que ele percebesse que o desafio da gestão do dinheiro é muito complexo. Retomou o sucesso profissional trabalhando justamente esse ponto. Esses conhecimentos foram parar no livro Os segredos da mente milionária. A ideia central da obra está em conselhos não apenas para manter o sucesso, mas para aumentá-lo.

 

Aprenda com os melhores

Com a plataforma da Knowe, o aprendizado vai além das páginas dos livros, dos roteiros de vídeos e palestras. Através de videoconferências, é possível interagir com profissionais do alto escalão corporativo, da empresa dos seus sonhos, onde é possível conhecer em tempo real características desses líderes e da tão sonhada vaga. Experimente!

Conheça as possibilidades e desafios da carreira de Customer Experience com Thereza Miranda, da 99!

Quando Thereza Miranda iniciou sua vida profissional, o termo Customer Experience nem existia, mas ela já entendia que o bom trabalho em atendimento ao cliente tinha algumas singularidades. Sua trajetória de sucesso a levou a assumir uma posição de gestão na 99, a maior startup do Brasil, que vem sendo reconhecida no mercado por estar transformando a experiência do usuário por meio da excelência no atendimento ao cliente.

Em um papo com o Blog da Knowe.co, a Thereza conta mais sobre esta área que está amadurecendo no mercado nacional, as possibilidades de carreira para quem quer seguir por esta trilha, sua própria trajetória e os principais aspectos da cultura da 99, uma das empresas referências em Customer Experience no Brasil.

Modelo tradicional X Customer Experience

Quando se pensa em atendimento ao cliente, a primeira coisa que vem à cabeça daqueles que estão familiarizados com os modelos tradicionais é o script e a forma mecânica de tratar o consumidor. A realidade é que a tecnologia ao longo dos anos tem transformado vários mercados, inclusive o de atendimento ao cliente. Graças a ferramentas inovadoras e dados gerados a partir da interação com os clientes, as empresas estão mudando a forma de se relacionar e atender seus públicos.

“Nos anos 2000, quando eu tive minha primeira experiência profissional, era comum generalizar o termo atendimento numa perspectiva de suprir demandas de forma reativa. Hoje falamos muito mais de relacionamento porque cada interação é uma oportunidade de engajar, surpreender e até ser proativo, já que é o cliente a voz das empresas”, pondera Thereza.

Atuando hoje na 99, uma startup que já nasceu com esta filosofia de relacionamento com o cliente para suportar sua missão de tornar a mobilidade urbana mais barata, mais rápida e mais segura para as pessoas, Thereza tem ainda mais clareza da importância do customer experience para os negócios.

Customer Experience e as possibilidades de carreira

“Customer experience é mais simples do que parece. É a intenção sincera de compreender todas as etapas de jornada do cliente e desenvolver uma mentalidade que todas as áreas tenham essa percepção de ponderar o olhar do cliente nas suas decisões”, ensina a Coordenadora de Relacionamento da 99. Ela destaca, ainda, a importância de desenvolver um modelo de se relacionar que seja humanizado, que traga agilidade para inovar de acordo com os insights dos usuários e que, acima de tudo, seja sensível ao resolver eventuais problemas quando eles ocorrerem.

Apesar de o conceito ser discutido há muito tempo, a profissão em si está em amadurecimento. Ela conta que as possibilidades de atuação variam entre: o marketing de experiência que ocorre principalmente nos eventos das marcas; o digital, pois o ambiente online, seja web, aplicativo ou outros, é um dos pontos de contato mais acessíveis aos clientes e, por fim, o relacionamento em si que pode acontecer em vários pontos de contato e por diversos motivos dentro da jornada.

Para quem deseja atuar nesta área, a dica é conhecer as principais competências dos profissionais de sucesso em customer experience: ter ótimas habilidades de comunicação, ser ótimo ouvinte, que domine a escrita e que também saiba argumentar muito bem; ter jogo de cintura para lidar com as mais diversas situações, pessoas e contextos; ser curioso e sempre querer aprender mais; ser protagonista e proativo; ter empatia de monte e sede por ajudar, além de gostar de botar a mão na massa e ficar na linha de frente.

Além dessas competências comportamentais, o conhecimento técnico em relação ao produto e serviço oferecido também é fundamental, pois as equipes de customer experience tem que ser experts para poder fazer um bom atendimento ao cliente.

Thereza conta, ainda, que a característica mais forte do customer experience é uma visão multidisciplinar. “Por isso, é comum que o time possua integrantes que iniciam a vivência profissional na posição de relacionamento e, no decorrer do tempo, de acordo com suas habilidades assumam outros papéis dentro da área correlatos a treinamento, comunicação, processos, geração de dados, estratégia e até posições de gestão para formar, desenvolver e gerenciar times”, revela.

A 99 e a experiência do cliente

Cumprir diariamente a missão de tornar a mobilidade urbana mais barata, mais rápida e mais segura no Brasil é uma tarefa perseguida diariamente pelos colaboradores da 99 e que passa, necessariamente, pelo bom atendimento aos usuários, pois é por meio dos passageiros e dos motoristas que esta revolução acontece. Para isso, a empresa vem fazendo investimentos pesados em tecnologia e no time de atendimento.

Sobre este olhar para o cliente, Thereza compartilha um pouco da cultura da 99: “em primeiro lugar, somos embaixadores da mentalidade Customer Centric, ou seja, em que o cliente é o foco de todas as decisões. Em paralelo, buscamos compor o nosso time com profissionais que sejam realmente entusiastas dos nossos valores capacitando-os para que nossas tomadas de decisão sejam ágeis. Estamos com diversas iniciativas para ampliar cada vez mais a voz dos nossos clientes e buscamos se organizar para que, de fato, nossas interações sejam humanizadas, efetivas e marcantes”.

Hoje o time de customer experience da 99 cresce exponencialmente, com dois grandes núcleos, um que atua com passageiros e outro com motoristas. Como cada um desses públicos tem trilhas diferentes, a organização de trabalho se dá por squads, que são times multidisciplinares especializados em jornadas específicas. Algumas delas são: pagamentos, segurança, cadastro, e assim por diante.

E como o trabalho acontece no dia-a-dia? “Somos porta-vozes de todas as interações por meio do aplicativo, telefone ou e-mail, com a diferença de que buscamos orquestrar dentro dos squads toda dinâmica que garanta solução ágil, inclusive com interface de outras áreas parceiras como Produto, Operações, Marketing, Engenharia, entre outros”, explica a coordenadora.

Carreira e propósito na 99

Para gerenciar um time multidisciplinar como este, a 99 conta com uma equipe de gestores como a Thereza, com experiências significativas e diversas no currículo. Antes de atuar na 99, ela passou por multinacionais e startups em outros desafios transformadores como gerente de marketing e de relacionamento.

“Meu desafio na 99 começou em 2017, hoje estamos em um momento de construção e organização da área de Customer Experience em meio ao hypergrowth da companhia o que faz com que a velocidade da evolução seja muito alta. Além de formar, desenvolver e gerir times, essencialmente meu papel diz respeito a interface com outras áreas como Marketing, Operações, Engenharia, Comercial, para gerarmos soluções para os problemas de nossos clientes”.

Thereza acredita que carreira é um exercício constante e que somos responsáveis por construir nossa identidade nessa jornada. Por isso, ela se identifica muito com a cultura da 99, pois viu na empresa espaço para fazer justamente isso.

“O principal valor da 99 é ser genuinamente preocupada com as pessoas, o que faz com que nosso desafio seja grande no sentido de dar espaço a diversidade e autonomia para que todos se sintam engajados em revolucionar a mobilidade urbana que é a nossa missão. Fazer parte de uma empresa potencial a ser o primeiro unicórnio brasileiro é de fato uma oportunidade singular, pois os nossos serviços impactam diretamente a vida das pessoas”, conclui ela.

Se interessou pela carreira em Customer Experience e quer conhecer mais sobre o assunto? Quer saber como é trabalhar na 99? Agende uma Knowe Session com a Thereza ou com os outros Knowe Advisors que atuam na maior startup do Brasil! Nossa plataforma tem dezenas de profissionais da 99 que poderão te contar sobre a cultura e os bastidores de uma das empresas mais inovadoras do Brasil. Acesse www.knowe.com.br e procure pelos 99 Advocates!

thereza 99

Desistir não é opção! Conheça as batalhas de vida e carreira de Luiz Comazzetto

Quando os desafios pessoais e profissionais testaram os limites de Luiz Comazzetto, ele buscou motivação e força nas pessoas que contavam com ele. Em uma trajetória repleta de superações, ele sempre contou com alguns elementos importantes para superá-las: a construção de relacionamentos fortes, responsabilidade, disciplina e bons mentores.

Uma carreira bem-sucedida, seja no mundo corporativo, como palestrante ou, mais recentemente, como sócio-investidor do restaurante Le Bife, só foi possível graças à garra e obstinação por superar resultados! Recentemente, Luiz travou duas batalhas tão igualmente difíceis quanto importantes: em meio ao processo de recuperação judicial da empresa que comandava, a Officer, enfrentou um grave problema de saúde e teve que lutar também pela sua recuperação física.

Em um papo com o Blog da Knowe.co, Luiz Comazzetto, conta sobre este episódio, fala sobre sua carreira e alguns aprendizados que podem ser úteis a profissionais de todas as áreas e idades.

Trocando o negócio da família pelo mundo corporativo

A carreira do Luiz começa quando, com seus familiares, ele fundou o Acampamento Aruanã, que fica próximo à capital paulista e é uma referência no país em viagens escolares educacionais e em temporadas de férias para crianças e adolescentes. Lá, ele identificou sua facilidade de comunicação e habilidades na área comercial.

Apesar de amar o que fazia, começou a perceber que todo o potencial que tinha deveria ser usado para outros negócios e decidiu explorar novas oportunidades. Nessa primeira decisão importante de carreira, teve o apoio de dois mentores.

O primeiro foi seu pai, que sempre teve uma presença muito marcante, orientando-o sobre sua vida profissional. “Ele me incentivou demais. Ele não queria que eu trabalhasse apenas no Aruanã, ele queria que eu fosse para o mundo corporativo, para alçar voos mais altos”, recorda Luiz.

Luiz entrou para o mundo corporativo através do amigo da família Marcilio Pousada, atual Presidente da Raia Drogasil. Na época, Marcílio era responsável pela OFFICENET (atual Officenet Staples), e-commerce de artigos e equipamentos para escritórios, e o convidou para fazer parte do time dele na área de Compras. “Ele dizia que eu era muito bom para trabalhar em negócio de família e poderia ir muito longe”, diz Luiz sobre o convite.

Alçando novos voos

Após um início promissor na OFFICENET, em que percebeu que suas habilidades na área comercial eram mais fortes do que na área de compras, foi convidado para ser Supervisor de Vendas da Ambev e não pensou duas vezes para aceitar a oportunidade. Ele logo se destacou vencendo uma campanha de incentivos e, em menos de um ano de empresa, foi promovido a Gerente de Vendas.

Na Ambev, conheceu seu terceiro mentor: Maurício Panzarini. Acompanhando de perto seu trabalho, Panzarini lhe deu dicas valiosas, que o ajudariam a moldar sua vida. “Ele me deu vários toques em relação à disciplina. ‘Acorde cedo, crie e administre sua rotina, foque no planejamento e sempre tenha tempo para sua família’. Isso me ajudou a estabelecer prioridades e organizar meu ritmo de trabalho. Tive muitos reconhecimentos e consegui me destacar muito dentro da companhia, construindo uma equipe forte e guerreira”, compartilha.

Seus bons resultados na Ambev lhe renderam um convite para participar do startup da TIM em São Paulo. A operadora de telefonia móvel havia iniciado seu trabalho no Brasil em 2002 e Comazzetto começou como Gerente Territorial da empresa em São Paulo em 2003, em que seu desafio era consolidar as operações da companhia no Brasil.

Pelo trabalho feito na TIM, foi convidado para fazer parte do time da Nokia, maior empresa de telefonia móvel do mundo naquele momento e lá ficou até a empresa ter sido adquirida pela Microsoft.

O reconhecimento profissional

Na Nokia, enquanto era Gerente Nacional de Vendas, participou de um programa de desenvolvimento, em que ele passou por um processo de coaching com Roman Santini, um profissional argentino que o inspirou muito. Desse processo, além de muito desenvolvimento pessoal e profissional, veio a vontade de transmitir seu conhecimento para outras pessoas.

Durante sua trajetória na Nokia, contou com o apoio fundamental de Almir Narcizo, presidente da companhia na época. Ele marcou a carreira de Comazzetto com a seguinte frase: “tem muita gente tecnóloga, mas ‘gentóloga’ tem pouco”. Por conta de suas características pessoais, como liderança, comunicação, empatia, Luiz percebeu que ser “gentólogo” era seu diferencial junto às empresas e times que liderou. E passou a exercitar cada vez mais suas habilidades e relacionamento interpessoal.

Seu empenho no trabalho, aliado à capacidade de escuta e de aplicar na prática os conselhos que recebia, fez Luiz ser promovido a Diretor de Vendas da Nokia, além de ser reconhecido como o colaborador que mais representava o Valor EMPATIA da companhia.

“Durante toda minha vida profissional, sempre recorri às pessoas nas empresas em que passei. Nos momentos importantes, sempre tive alguém para me dar um pontapé, fossem eles informais ou por meio de algum programa formal da companhia. Esses reconhecimentos foram importantes e a prova de que quem se preocupa em aprender constrói uma trajetória de superação e sucesso”, pontua Luiz.

A dupla batalha

Com uma trajetória bastante consolidada e repleta de superações, Luiz se deparou, em 2016, com seu maior desafio de vida e carreira até então. Ele havia recém-assumido a presidência da Officer, um dos principais distribuidores de informática e automação comercial no Brasil, em um processo de reestruturação e recuperação judicial.

Contando com o apoio de uma consultoria especializada no assunto e o engajamento dos funcionários, Luiz estava desenvolvendo um trabalho duro, porém necessário, para retomar a confiança do mercado em relação à companhia e resgatar o moral da equipe. Durante esse processo, ele fez uma cirurgia de correção de refluxo que parecia ser relativamente simples. No entanto, por um erro médico, a cirurgia teve complicações que quase tiraram sua vida.

Três dias após a primeira cirurgia, Luiz entrava novamente no centro cirúrgico para retirada da vesícula e para salvar o fígado que estava necrosando e que, por pouco, não foi todo comprometido. Ele teve grande parte do seu fígado retirado e o pós-operatório foi complexo, em que ele teve diversas complicações. Entre indas e vindas, Comazzetto ficou 63 dias no hospital.

Enquanto estava no processo de recuperação de sua saúde, a empresa seguia com o processo de recuperação judicial. Como CEO, Luiz precisou conciliar as duas recuperações e fez um combinado com os colaboradores: “a empresa não vai quebrar e eu não vou morrer. Vamos combinar isso?”.

“Num processo tão delicado quanto o que a empresa estava passando, as pessoas precisavam se apegar em algo. Eu percebi que eles se apegaram a mim, ao meu estilo de liderança e à forma como eu estava conduzindo as operações da Officer”, recorda Luiz. Aquilo sua motivação para seguir em frente e lutar, pois ele era responsável não apenas pela sua vida. “Eu lutava também pela vida daquelas pessoas e transmitia a esperança de que as coisas iriam dar certo. Tanto em casa quanto no trabalho, eu tinha a certeza de que não poderia decepcionar as pessoas. Então, desistir não era uma opção”.

Tamanha determinação valeu a pena, quando a Officer teve o plano de recuperação judicial aprovado, dando início ao processo de transformação em uma empresa mais enxuta e focada em resultados.

Compartilhando experiências

Apesar de tantos desafios vividos e superados, Luiz acredita que ainda tem muito a fazer ainda. É atualmente sócio-investidor do restaurante Le Bife, comandado pelo chef Erick Jacquin, em que está explorando suas competências e habilidades em um novo mercado. Mas não descarta retomar sua carreira no mundo corporativo: “ainda tenho muita lenha pra queimar”, brinca ele.

Após ter tido tantos mentores em sua carreira, ele entende que passar adiante as orientações que recebeu para outros profissionais é uma forma de retribuir toda ajuda que recebeu ao longo dos anos. “Tenho 42 anos e tenho uma história de vida que me chancela a passar minhas experiências para os mais jovens. Tenho o hábito de fazer isso com pessoas da minha convivência e ampliar meu círculo de influência é algo muito interessante de forma a impactar ainda mais pessoas positivamente”, diz ele.

Por entender o valor que sua história de vida e carreira possuem, Luiz também se tornou palestrante e orador, abordando os temas que fizeram parte de sua trajetória, como liderança, superação, resiliência, adaptação às mudanças, disciplina, entre outros assuntos.

Luiz também é advisor na Knowe.co e está pronto para compartilhar outros detalhes de sua história de superação, resiliência e muito sucesso com você! Para marcar uma sessão com ele, acesse o site da Knowe.co!

Os bastidores do entretenimento: conheça a carreira de uma executiva de licenciamento

Nunca se falou tanto sobre a experiência do consumidor. Customer experience, jornada do cliente, fator Uau!… são alguns dos termos cunhados no mercado atualmente para abordar a relação do cliente com marcas e empresas.

Mas se essa temática é relativamente nova no mercado em geral, há algum tempo ela já faz parte do dia-a-dia da indústria do entretenimento. De histórias bem construídas que fazem parte do imaginário popular aos brinquedos nas prateleiras, as empresas do meio vêm encantando adultos e crianças há gerações.

Para entender um pouco desse mundo, o Blog da Knowe.co conversou com a Knowe Advisor Sylmara Multini, executiva especialista em licenciamento de produtos, que consolidou sua carreira em passagens por empresas como Mattel, Disney, Warner Bros e Rio 2016.

O início da carreira

A trajetória profissional de Sylmara começa em uma empresa bastante conhecida dos brasileiros: a Hering. Lá, ela foi responsável por criar a divisão de licenciamento da empresa, unificando diferentes categorias de produtos e expandindo as marcas com as quais a Hering trabalhava.

Ela expandiu o portfólio de produtos com a marca Disney, além de acrescentar outros personagens bem conhecidos do público em geral, como os da Looney Tunes e a Barbie, elevando as vendas da Hering.

Já nessa fase de carreira, Sylmara nos ensina uma realidade deste mercado: “é uma indústria muito focada para receita. As pessoas pensam que trabalhamos mais pensando no glamour do que na geração de receita, quando é justamente o contrário. O foco está nas vendas”.

Se o foco está nas vendas, a pressão por resultados é inerente ao trabalho, algo que não assusta Sylmara. Atleta por 18 anos, ela já estava mais do que acostumada com essa forma de atuação. “Além disso, tenho pais que foram professores de educação física, então a barra sempre era muito alta e os esforços nunca eram o suficiente. Cresci numa época em que a competição era muito mais acirrada do que é hoje e sempre fui estimulada a dar o melhor de mim e ir além”, conta ela, sobre o incentivo que recebeu dos pais.

A escolha de Sylmara

Apesar do contato com o entretenimento, na Hering, ela atuava com confecção e comprava as licenças das marcas. Quando saiu da companhia, teve a oportunidade de ir para o “outro lado da mesa”, atuando nas empresas de entretenimento. Como ela chegou até lá? “Tropecei, mas me fascinei por esse setor e mergulhei de cabeça”, recorda.

Na Mattel, ela atuava com o licenciamento da Barbie e teve o primeiro contato com uma mentora, com quem ela troca experiências até hoje. “A Lisa é uma grande mentora, que me orientou no início de carreira. Quando estamos começando, normalmente não acreditamos muito em nós mesmos. Mas outras pessoas enxergam nosso potencial e colocam a gente no ombro delas, para que possamos ver as coisas que elas enxergam. E isso é muito importante pro nosso desenvolvimento”, compartilha Sylmara.

Com dedicação e acompanhamento de perto, ela estava indo muito bem na Mattel até que foi convidada para ir para a Disney. Nesse momento, ela teve uma decisão difícil a tomar e recorreu à sua mentora. “Quando ela me falou para não ir, eu disse: nesse momento não posso ouvir seu conselho porque é a Disney. Se a Disney está chamando, tenho a obrigação de aceitar”, ela lembra dessa decisão difícil.

Afinal, a Disney sempre foi uma forte referência na indústria do entretenimento, onde ela poderia aprender muito ao lidar com marcas e personagens tão marcantes no imaginário popular.

A indústria do entretenimento

Após sua passagem pela Disney, Sylmara consolidou sua carreira com passagem pela Warner Bros e pelo Comitê Organizador dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos RIO 2016, onde foi a responsável por todo o licenciamento da marca.

De seu trabalho com essas empresas que são verdadeiros símbolos do entretenimento mundial, Sylmara apresenta sua definição de licenciamento: é a forma que as empresas encontraram de engajar a população na sua marca e, ao mesmo tempo, serem remuneradas por isso.

Hoje, grandes empresas na área de licenciamento seguem sendo Disney, Warner Bros, Mattel, os grandes times de futebol e outros esportes. Elas continuam servindo de inspiração, mas para quem quer ingressar na área, Sylmara sugere que olhe para empresas como Netflix, Google e Amazon.

“É nelas que está o futuro do entretenimento. Essas empresas já estão desenvolvendo conteúdo e, num futuro breve, devem se fundir aos grandes players da indústria. O mercado está mudando, então é importante acompanhar a movimentação dessas empresas”, aconselha.

Para ela, essa é a indústria da paixão, da persistência e do trabalho em equipe. “Quando as pessoas entram nessa área, é difícil sair, porque é algo muito apaixonante e dinâmico. O entretenimento tem um rodízio de projetos e produtos muito grande e isso é fascinante. Além disso, trabalhamos muito duro e com muita gente, pois os estúdios são enormes. Há sempre muita gente envolvida nos projetos e é preciso saber trabalhar em time”, resume.

Pensando no futuro

Hoje vivendo em Los Angeles (EUA), Sylmara acredita que chegou onde está porque sempre se preocupou em pensar sobre o futuro. Tal hábito se tornou ainda mais importante durante seu trabalho na Rio 2016. Com o fim dos jogos, ela e toda a equipe estariam desempregados. Por se preocupar com o tema, ela já estava traçando seus planos, mas viu que muita gente de sua equipe não tinha essa preocupação.

Percebi que eu precisava fazer alguma coisa e comecei a dar mentorias. Eu queria provoca-los a pensar sobre o futuro e seus próximos passos. Comecei a disponibilizar uma hora do meu dia para ajuda-los a descobrir o que queriam fazer, onde estariam nos próximos cinco anos”, diz.

Nessas mentorias, ela conta que buscava apoiar os profissionais nas suas escolhas de carreira e que tinha – e ainda tem – uma exigência muito alta com cada um. “Eu tenho muita fé na capacidade das pessoas e quando encontro alguém com brilho no olho, faço o máximo para potencializá-lo. Sou exigente mesmo, pois somos pessoas muito privilegiadas. Temos muita capacidade e uma obrigação de ir além!”, incentiva.

Assim como ela foi muito orientada em sua carreira, Sylmara segue acompanhando outros profissionais. Para ela, isso é uma responsabilidade de todo profissional. “Temos a obrigação de treinar constantemente novas pessoas e mostrar para elas que existem outras possibilidades. Quando conseguimos fazer isso, a satisfação é enorme”.

Quer conversar com a Sylmara sobre carreira, escolhas profissionais ou indústria do entretenimento? Ela e outras centenas de profissionais estão prontos para contribuir com você! Acesse o site da Knowe.co, encontre seu Advisor e agende uma sessão!

 

Como o marketing mudou a forma do brasileiro consumir café: conheça como a trajetória de Pedro Peres se mistura à da Nespresso no Brasil.

Como uma empresa muda a percepção e o consumo de um produto que é paixão nacional? Por meio de uma estratégia de marketing bem desenhada e muita gente boa! Com certeza você já ouviu falar da Nespresso. Se bobear, é um consumidor apaixonado. Hoje em dia, os brasileiros já estão familiarizados com as cápsulas de café que tornaram o hábito de tomar um cafezinho em uma experiência.

Para se tornar esse fenômeno de vendas e público, a Nestlé, grupo responsável pelo desenvolvimento e comercialização das cápsulas e máquinas da Nespresso, apostou em uma estratégia de diferenciação do produto. Do garoto-propaganda, o ator americano George Clooney, ao contato do consumidor com o produto nas lojas e restaurantes, o posicionamento premium da Nespresso, aliado à qualidade do café, foi determinante para ganhar mercado e consumidores fiéis.

Construir todo esse glamour ao redor da marca não é simples, e a Nestlé fez uso de um elemento comum às empresas bem-sucedidas: o trabalho, a dedicação e a ambição de seus profissionais. Para conhecer os bastidores dessa história, o blog da Knowe.co conversou com Pedro Peres, um dos nossos Knowe Advisors, que trabalha para o sucesso da Nespresso desde 2013.

A escolha pelo marketing

A trajetória profissional do Pedro começou no negócio da família, uma gráfica onde ele trabalhava como arte-finalista. Quando precisou decidir em que carreira queria seguir, o curso de publicidade propaganda foi sua escolha por conta da sua atuação em criação e identificação com o meio. Para aliar esta experiência com sua ambição de vivenciar o mundo corporativo, optou por uma faculdade que tinha professores atuantes no mercado, cujo foco era em negócios.

Já na universidade, o jovem mudou do interior de São Paulo para a capital em busca de seu grande sonho: ingressar em uma multinacional. Ao participar de um processo seletivo para estagiar na Nestlé, em 2011, ele foi entrevistado por gestores de diversas divisões, inclusive a Nespresso (que era seu objetivo principal), e foi aprovado para atuar em Health Science.

O início na Nestlé

Apesar de não ter identificação pessoal com a linha de produtos desta divisão (voltada para suplementação nutricional), Pedro mergulhou de cabeça no desafio, participando do projeto Jovens Nutricionistas, que realizava uma série de eventos nas universidades de nutrição do país, no qual ele era responsável por diversas atividades, desde as operacionais até o apoio à produção de conteúdo. Como ele precisava estar em contato constante com diversas áreas e pessoas da Nestlé para realizar esse projeto, ele desenvolveu ganhou muita visibilidade e acabou sendo efetivado na empresa, em uma nova área: a de nutrição infantil.

Dessa experiência, Pedro tirou um primeiro aprendizado importante. “Entendi que marketing e vendas são indissociáveis. Para ter noção da efetividade de suas ações de marketing, um profissional tem que entender a análise de dados de vendas, saber o que funcionou, o que precisa ser revisto, pois precisamos calcular o retorno sobre o investimento. O marketing tem o objetivo de gerar desejo, de vender, então ele precisa estar preocupado com a venda”, reflete.

Com esta visão, iniciou o trabalho na nova divisão, cujo escopo era bastante analítico, em que ele teve a oportunidade de se aprofundar em temas como gestão de eventos, análise de vendas, estoque, market share, entre outros intrínsecos ao Marketing de grandes corporações. Pedro era responsável pelo suporte a vendas para 250 clientes na linha de nutrição infantil e era o suporte da matriz para os representantes de vendas nas lojas, lidando com equipe de 46 funcionários indiretos.

“Eu discutia assuntos estratégicos ao mesmo tempo que precisava resolver detalhes operacionais. Aprendi a ser multitarefa e desenvolver a inteligência emocional para conseguir lidar com tantos assuntos diferentes ao mesmo tempo”, diz ele.  

Outro aprendizado importante foi entender conhecer a fundo como funcionam as pesquisas de mercado, feitas por empresas como a Nielsen e a GfK. “Para quem atua em Marketing, é fundamental entender como essas empresas trabalham. A Nielsen, por exemplo, dita como o mercado se comporta em relação ao consumidor final e a grande parte das equipes de Marketing do B2C trabalham com seus dados. Pra quem está começando e quer seguir carreira nessa área, sugiro fazer alguns cursos para entender a captação de dados: de onde vem, como são lidos e outros detalhes para aumentar a compreensão sobre o assunto”, recomenda.

Em busca do grande sonho

Depois de quase dois anos bem-sucedidos atuando na divisão de nutrição infantil, era chegada a hora de ir atrás de seu grande objetivo: atuar no Marketing da Nespresso. “Eu não tinha engolido muito bem a reprovação para estagiar na Nespresso e queria ir pra área que eu achava mais interessante. A marca era nova no Brasil, mas já era muito forte, e era a única que tinha contato direto com o consumidor final, o que me faria ganhar novas competências e avançar na minha carreira”, pondera.

Atento à comunicação interna e buscando se relacionar muito bem com meus colegas, Pedro conseguiu fazer a transição, para atuar no Trade Marketing da Nespresso. “Entendi que o networking é fundamental para encontrar as oportunidades”, comenta ele.


Vai um Nespresso aí, senhor?  

Atuando no Trade Marketing, sua missão era aumentar as vendas das máquinas de café. Para isso, ele pensava em todos os elementos do ponto de venda (PDV), do mobiliário, que tinha que seguir o conceito premium da marca, ao speech de vendas dos promotores.

“A Nespresso transformou o hábito de tomar um cafezinho em uma experiência. E ela começa já no primeiro contato do consumidor com o produto. As lojas próprias, que chamamos de boutiques, são muito premium e nosso desafio era trazer esse atendimento pro PDV, fazendo com que o nosso espaço se destacasse dentro das mais diferentes lojas”.

Assim, o trabalho com os promotores de vendas era intenso: uniforme diferenciado, atenção à apresentação pessoal, e muito treinamento de vendas para uma abordagem correta e comunicação adequada com o consumidor, a fim de levar o glamour da marca ao PDV.

“O importante é manter o padrão de atendimento, seja nos grandes centros ou em cidades do interior. O cliente precisa ter a experiência que converse com o posicionamento da marca. Nespresso é uma marca exclusiva, mas não excludente. O produto é premium, mas é acessível a todos e esse era o recado principal para os consumidores nos PDVs”, revela.

Em três anos neste cargo, Pedro enfrentou muitos desafios e atingiu uma maturidade a ponto de perceber que não tinha mais caminhos a percorrer dentro do Trade Marketing. Pensando nos seus próximos passos de carreira, ele se dedicou a compartilhar seu conhecimento e a preparar seu sucessor. De acordo com ele, “esse foi outro aprendizado importante: para almejar novas posições, é preciso ser capaz de preparar alguém para assumir seu lugar e foi o que fiz. Assim, consegui fazer minha movimentação mais recente”.

Atualmente, Pedro é Key Account da Nespresso para hotéis, restaurantes e cafeterias. Pensando no desenvolvimento de suas competências profissionais, ele entendeu que atuar com vendas para clientes B2B era o caminho adequado a ser seguido. “Meu papel transcende a área comercial. Me preocupo com as negociações comerciais, mas também com a forma como os garçons vão apresentar o café para o cliente. Precisamos fazer todos pensarem na experiência do consumidor com a Nespresso”, conta ele, demonstrando a conexão com o propósito da marca em seu novo desafio.

Ele explica que a missão dele em garantir a boa experiência do consumidor ficou mais complexa, pois agora ele faz a interface não somente com os garçons, mas também com os gestores dos hotéis, restaurantes e cafeterias, que precisam “comprar” a ideia da importância dessa interação positiva com a marca. Entre vendas, treinamentos e negociações, ele segue engajando toda a cadeia em prol da construção desse conceito.

Escolhas de carreira

A trajetória de Pedro junto à Nespresso é um retrato de como as empresas trabalham em diferentes frentes para garantir a consolidação de uma marca. E também é um exemplo de como um profissional pensa e constrói sua carreira. Ambicioso e determinado, Pedro sempre se dedicou com afinco e buscou aprender com cada desafio que se deparou em sua carreira.

Em todas as suas movimentações de carreira, Pedro sempre teve a ajuda de sua rede de contatos para tomar suas decisões, mas confessa ter sentido falta de uma plataforma como a Knowe.co. “Apesar de todo o apoio dos meus amigos e familiares, sinto que faltou ter contato com uma pessoa experiente no caminho que vou seguir, para ter profundidade, principalmente em relação à rotina. Qual é a realidade? O que vou fazer no dia a dia? Um pouco mais de informação poderia ter facilitado algumas coisas”, relata ele.

Para quem está em início de carreira, ele alerta: cuidado com a ansiedade. “Entrei na Nestlé e já queria ser gerente no dia seguinte. Entendi que as coisas não funcionam assim, é preciso tempo para construir bons resultados. Se não controlarmos a ansiedade, ela pode gerar frustração”, aconselha.

Assim como o Pedro, centenas de outros profissionais com carreiras em ascensão estão na plataforma da Knowe.co e podem dividir suas experiências reais com você. Quer ter acesso a mais orientações de carreira? Acesse o site da Knowe, encontre seu Knowe Advisor e agende uma sessão!

A trajetória de uma campeã – Conheça a paratleta Lia Maria Soares Martins

Algumas carreiras começam sem muito planejamento ou escolha. Todas as trajetórias de sucesso, no entanto, são marcadas por decisões difíceis. Nesse processo, o profissional que conta com a orientação de pessoas mais experientes, têm maiores chances de fazer escolhas mais assertivas e que o levarão mais longe.

Neste artigo, o Blog da Knowe.co conta a história de uma das mais premiadas atletas paralímpicas do Brasil. Confira como Lia Soares Martins chegou lá.

O acaso e a escolha pelo basquete

“Foi amor à primeira vista!”. É assim que Lia Soares Martins resume o começo de sua relação com o basquete, que aconteceu meio sem querer. Uma das principais jogadoras da seleção brasileira de basquete sobre rodas, Lia percorreu um caminho bastante tortuoso para chegar até essa posição.

Depois de ter sido atropelada e ter tido a perna amputada abaixo do joelho, aos 17 anos, ela passou um período de isolamento em casa. Por não ter uma prótese, tinha vergonha de sair de casa com muletas e muita dificuldade de imaginar como seria sua vida dali em diante.

Sua vida, até o acidente, era como o de qualquer outra adolescente brasileira de origem humilde: frequentar a escola pela manhã e à tarde trabalhar para contribuir com a renda familiar. Ao ser atropelada, viu sua vida se transformar do dia para a noite, sem saber ao certo que rumo tomar. Durante sua recuperação, o apoio e as conversas com familiares e amigos fizeram toda a diferença.

Quando começou a reorganizar sua vida, foi solicitar o bilhete de ônibus para pessoas com deficiência e conheceu o Sr. Medeiros, guarda municipal que atuava como assistente técnico do All Star Rodas, uma equipe de basquete sobre rodas de Belém (PA), sua cidade natal. Ele aconselhou que ela conhecesse o esporte. Ela lembra: “convite feito, eu fui no mesmo dia. E me apaixonei”.

Aquele momento foi o divisor de águas da vida de Lia. Sua carreira como atleta começava ali, em 2006, e ela agarrou a oportunidade com unhas e dentes. No All Star Rodas, ela recebeu o melhor conselho da sua vida profissional: “treine, treine, treine”. Os anos que se seguiram foram de muita dedicação ao esporte e treinos junto ao seu time e também pela seleção brasileira de basquete sobre rodas.

Durante esse período, se aproximou bastante da Batatinha, uma jogadora mais experiente do time que acabou virando sua mentora. “A Batatinha me inspirava muito. Ela me ajudou muito no meu começo como atleta, me incentivando a dar sempre o meu melhor e dizendo que, seu eu treinasse com afinco, iria muito longe no basquete”, recorda a jogadora.

Além das palavras de apoio, a rotina de treinos puxados da colega de time foi outra inspiração pra Lia. Batatinha chegava mais cedo aos treinos, fazia treinamento de arremesso, de força e outros exercícios diferentes do grupo e Lia, se espelhando nela, seguiu seu ritmo.

A recém-chegada ao time também foi muito incentivada pelo seu técnico, que via nela grande potencial para fazer parte da seleção brasileira. Com as orientações dele, a atleta se dedicou cada vez mais e, ao participar de um campeonato, ela foi convocada para defender o país pela seleção.

O esforço é recompensado

Seu esforço e determinação lhe renderam diversas conquistas: pelo All Star Rodas conquistou diversas competições nacionais, entre eles o ouro no Campeonato Brasileiro em Recife (2015), em que foi eleita a cestinha da competição, e o título de melhor jogadora da América Latina. Pela seleção brasileira conquistou medalha de bronze nos Jogos Parapan-Americanos em Guadalajara (2011) e em Toronto (2015), quando também foi eleita a melhor atleta do basquete em cadeira no Prêmio Paralímpico, um dos mais importantes para a categoria.

Por conta de sua atuação na seleção brasileira, a atleta já participou de três Paralimpíadas. Sobre as primeiras, em Pequim e em Londres, ela se recorda: “em Pequim, eu tinha pouco mais de um ano de basquete. Fiquei maravilhada pensando ‘saí da favela e fui viajar pelo mundo’. Londres me encantou ainda mais, pois reconheci muitos lugares que eu já tinha visto pela TV e estava tendo a oportunidade de conhecer ao vivo.

A terceira, diz ela, foi a mais especial, “porque foi em casa… Realizei um sonho de defender meu país e sentir a energia e a força da torcida. O momento mais marcante foi o primeiro jogo contra Argentina. Me emocionei ao cantar o hino nacional”.

Para obter essas conquistas, Lia abdicou de muitos momentos de lazer e diversão, se dedicando integralmente aos treinos e jogos. Para ela, tudo que conquistou só aumenta a responsabilidade para se manter no mesmo nível – afinal, não é fácil ser escolhida por três vezes como a melhor jogadora do Brasil. Mas e depois dessas conquistas? Qual seria o próximo passo?

A decisão mais difícil

Um novo clube. Como toda carreira, a de Lia também é feita de decisões e, em 2016, ela se deparou com a mais difícil de todas até então: aceitar ou não o convite feito pelo Gaadin e pelo Gladiadoras para trocar de clube? Muitos aspectos deveriam ser levados em conta nessa escolha, pois ela impactaria toda a vida de Lia, já o clube fica em Indaiatuba, interior de São Paulo, a mais de 2.800 km de Belém.

Motivada pela ambição de jogar o principal campeonato brasileiro, o Paulista, e ter uma agenda de jogos mais intensa, Lia assinou o contrato com o novo clube. Nesse momento, além de recorrer aos seus amigos e familiares, ela contou com o apoio da Gra, a técnica do Gladiadoras. “Ela me apoia e orienta dentro e fora as quadras e dá um suporte muito importante pra minha carreira”, conta.

Atuando pelo clube paulista, Lia está realizando um sonho de carreira, pois, de todos os maiores campeonatos que acontecem no Brasil, só faltava a ela participar de um: o Paulista. Além disso, ela joga também como atleta convidada de outros campeonatos regionais, se destacando na elite do basquete sobre rodas no Brasil.

Apoiando novos atletas

Atualmente, a jogadora segue sua rotina no clube e também na seleção brasileira, mas sabe que em breve deverá tomar novas decisões de carreira e já pensa no futuro. “Quero fazer faculdade de educação física e fisioterapia para trabalhar com crianças com deficiência, na iniciação ao esporte”, conta ela.

Essa motivação vem, obviamente, de sua história pessoal e da vontade de compartilhar seu conhecimento e experiências com outras pessoas e ajudá-las em suas trajetórias. Lia acredita que sucesso é ser feliz dentro e fora das quadras e deseja ser um modelo a ser seguido e uma inspiração para as futuras gerações.

Nessa jornada, ela sempre teve mentores nos quais pode se inspirar e dá um conselho que serve para qualquer profissional: “busque alguém em quem se espelhar. Conheça sua história e absorva os bons exemplos. Tenha disciplina, metas e treine com objetivos, pensando no que almeja”, finaliza.

A história da Lia inspira conexão, compartilhamento, troca de experiências. Se você quer ter alguém para que te ajude nas suas decisões de carreira, conheça a Knowe.co e nossos advisors. Na nossa comunidade, você encontrará alguém para te orientar nas suas escolhas e te auxiliar com os próximos passos. Clique aqui, encontre seu Knowe advisor e agende uma sessão!

Arquitetando Sonhos: A trajetória de sucesso de Hugo Sigaud

Criatividade, bom gosto e muito talento. Assim é Hugo Sigaud.

Considerado o mais jovem designer do Brasil, sempre teve como ideal deixar as suas obras marcantes e de fácil acesso aos amantes de uma decoração prática e versátil.

Filho de pais publicitários, a sua primeira ideia que mostrou ao público, com apenas 19 anos de idade e de grande repercussão, foi uma estante de parede.

Enquanto muitos ainda desenhavam prateleiras de madeira ou ferro, Hugo pensou em algo que não ocupasse espaço e passasse um ar de leveza; e em 2012 criou a Estante Se, um móvel nada convencional, do nome ao acabamento e que inovou o mercado de design.

Prática e inovadora a estante ganhou espaço no mercado e o nome de Hugo Sigaud se destacou. Até hoje participa de feiras, exposições, além de exercer o cargo de Diretor de Criação da Veromobili, uma grande empresa de móveis e objetos de decoração.

Em 2016 foi considerado o ‘menino de aço’, devido as peças que desenvolveu. O designer usou em suas obras alguns materiais não ferrosos, resistentes à corrosão, que podem ser usados tanto em imóveis na cidade, no campo, assim como na casa de praia, que tem grande probabilidade de sofrer com a maresia.

Em entrevista exclusiva ao Blog da Knowe, Hugo Sigaud revelou qual foi a razão da sua decisão de carreira, como surgiu a idéia de ser designer e como arriscou tudo e migrou para a faculdade de arquitetura.

estante se hugo sigaud knowe

O caminho do Design

Perto de se formar no Ensino Médio, Hugo se deparou com uma questão muito comum entre os jovens que estão passando pela fase de transição entre escola e faculdade: a escolha de sua carreira. Por na época não conhecer e não ter contato direto com diferentes profissões além da dos pais, que são publicitários, Hugo começou a pesquisar as grades horárias dos cursos que envolviam imagem, marca e criação, que eram assuntos que o agradavam.

Após muitas pesquisas, Hugo finalmente escolheu o curso de Design Gráfico. Prestou vestibulares e conseguiu ingressar na Universidade Belas Artes (SP).

Hugo: “Quando decidi perguntar aos meu pai se seria bom fazer faculdade de Design Gráfico ele simplesmente falou: “Você tem certeza que quer fazer isso? Que tal tentar Design de Produtos?”

E lá foi Hugo pesquisar mais sobre e gostou muito do curso de Design de Produtos da Belas Artes porque aparentemente o mercado oferecia muitas oportunidades e tinha matérias muito parecidas com o design gráfico.

As primeiras experiências que ele teve no mercado de trabalho dentro do ramo do design, não foram muito agradáveis, o que gerou muitas dúvidas sobre a carreira em que estava pretendendo traçar, decidindo então começar a idealizar seus próprios projetos.

Hugo: “Depois ter minha primeira experiência de trabalho, pensei: se é isso que eles fazem aqui, se essa é a rotina de trabalho, eu não estou feliz. Então eu resolvi arriscar e começar a trabalhar nos meus projetos pessoais”.

O jovem millennial ainda revelou que o início de sua carreira “solo” foi muito difícil, muitos de seus projetos foram rejeitados antes que uma grande marca se oferecesse para idealizar a sua proposta.

Hugo: “Isso me deu uma grande visibilidade e logo ganhei um prêmio. Foi o que me abriu portas. Mas eu não posso deixar de falar que isso decorreu de várias tentativas, conectar as ideias e fazê-las viáveis foi o que tornou o meu sonho possível.”

hugo sigaud knowe
Hugo Sigaud

Dúvidas e indecisões: como lidar?

Mesmo depois de algum tempo cursando a faculdade Design de Produto, como teve  experiências fora do curso logo no início da faculdade, a grade já não estava mais suprindo as necessidades Hugo. Ele queria crescer e aprender ainda mais, e no ponto de vista do jovem, não haveriam mais aprendizados até a conclusão do curso.

Hugo: “Com sinceridade, percebi que Design de Produto como um todo, ainda é um trabalho sazonal no Brasil, então precisava buscar mais desafios, algo que pudesse complementar minha experiência.”

Foi então que Hugo se deparou em um novo desafio: desistir de Design de Produto e migrar para o curso de Arquitetura. A decisão foi muito complicada e só foi efetivada após muitas conversas com amigos que já estavam inseridos neste ramo do mercado de trabalho. Hugo acreditava que a Arquitetura iria ser complementar ao conhecimento adquirido na faculdade anterior.

Para ter certeza de sua nova escolha, Hugo começou a  estagiar, e ao mesmo tempo manteve seus próprios projetos como designer acontecendo em paralelo. Entrou em um escritório localizado na zona sul de São Paulo, e logo se identificou com a dinâmica e o ambiente em que estava, e assim soube que havia escolhido a carreira certa para a sua vida.

Hugo:Para esclarecer minhas dúvidas de carreira, procurei a ajuda de profissionais do mercado, como  o Zanini do Studio Zanini , professores de minha faculdade, meu tio, que é empresário (para quem fiz muitas perguntas sobre empreendedorismo) e principalmente, meus pais. Isso me ajudou muito a crescer e decidir cada passo da minha carreira”.

hugo sigaud knowe

O sucesso na juventude

Muitas vezes, a idade parece ser um grande empecilho para alcançar o sucesso e o reconhecimento pelas conquistas obtidas. O pré conceito das pessoas, faz com que grandes talentos sejam ofuscados se não houver força de vontade para insistir naquilo que cada um realmente deseja.

Hugo acredita que o sucesso está nas pequenas conquistas. O estudante, que hoje recebe o título de mais jovem designer do Brasil afirma: “Eu não enxergo grandes conquistas na minha vida, aprendi a sempre vibrar com todas as pequenas coisas, como um cliente satisfeito, com uma pequena obra.”

Além disso, sempre é válido pensar que os jovens precisam de uma válvula de escape em seus afazeres profissionais, ou seja, um tempo para relaxar, curtir com os amigos, conversar e descontrair, o que para Hugo não é diferente. Apesar de ter uma vida muito corrida, estudar e ter três trabalhos diferentes para organizar, ele não deixa a sua vida pessoal de lado. Para o jovem, este momento pode ser crucial para que a vida profissional continue sempre tendo um bom desempenho.

Por sempre ter tido um certo gosto pela música, ele e seus colegas fundaram a banda Seu Edinaldo, o que tem sido uma ótimo momento de lazer para Hugo, diante de todos os seus afazeres profissionais.

Hugo: “Não adianta ter somente talento, mas, sim, organização das tarefas e  principalmente força e vontade de fazer acontecer. E quando fizer alguma besteira, buscar sempre aprender com o que aconteceu.”

Dividindo vivências

Hugo acredita que no início, a sua ânsia pelo aprendizado e facilidade de adaptação aos desafios que lhe eram passados o fizeram alcançar cada uma de suas conquistas pessoais e profissionais.

Hugo: “Para mim, as pessoas que estão conectadas com outros, têm muito mais chances de fazer os projetos irem à frente, não só no trabalho, mas na vida. Para profissão eu poderia falar estudar e pronto, mas isso é muito vago. Se eu pudesse dar uma dica para quem está ingressando nesse mercado é para que essa pessoa se interesse pelo que faz, aumente o seu network e se conecte. Quem se conecta tem mais chances de fazer tudo dar certo!”

Hoje, Hugo considera estar seguindo uma caminho que o levará ao sucesso absoluto. Além de ter mantido os seus próprios projetos, ser Diretor de Arte da  Veromobili,  curador da primeira feira de Design de São Paulo, a Pátio Design (onde ele seleciona jovens designers e produtores locais para expor seus produtos), Hugo também é estagiário da Bernard Leroux Arquitetos.  

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Durante sua trajetória, Hugo sempre buscou mentores que pudessem ajudá-lo com suas dúvidas sobre quais caminhos seguir. E você, também já passou ou está passando por algo similar? Que tal procurar um Knowe Advisor e trocar experiências reais?

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Brincando de equilibrista – As dores e delícias de ser uma mãe trabalhadora

Trabalhar em um mundo onde se faz tanto quanto o homem, mas se ganha menos que ele é para deixar qualquer um indignado. A vida cotidiana é sempre corrida e exigente. Quando se torna mãe, então, essa jornada aumenta consideravelmente. Mas há alguns aspectos positivos nessa experiência. Existem as dores e as delícias de ser uma mãe trabalhadora.

É muito comum lermos por aí sobre a tão famigerada “jornada dupla” da mulher. A mulher moderna trabalha o dia inteiro fora e quando chega em casa, ainda tem que cuidar dos afazeres domésticos e dos filhos.

No entanto, apesar de ser um cenário complexo, há coisas boas nessa aventura de cuidar dos filhos e continuar, simultaneamente, a investir na carreira e se dedicar a ela.

Que tal conhecer um pouco mais sobre a vida dessas mães trabalhadoras e como eles conseguem conciliar tudo? Continue lendo esse artigo e te contarei tudo em detalhes.

Padecendo no Paraíso? Ser mãe e mulher nos dias atuais

As mulheres, já há muito tempo, são uma presença maciça no mercado de trabalho. E elas estão presentes nos mais diversos ramos de atividades, desde funções como cozinheiras até como CEO de alguma multinacional.

E elas não estão apenas em cargos menores não! Existem mulheres que ocupam cargos importantíssimos dentro das empresas ou mesmo sendo empreendedoras, donas do próprio negócio.

O fato é que você, mulher, é cheia de talentos, habilidades, competências e conhecimentos, que podem aumentar e melhorar a cada dia. Há um número imenso de alternativas, possibilidades e oportunidades, todas apenas esperando a sua decisão de chegar lá.

Para a mulher moderna, a carreira profissional é muito importante. O trabalho é onde você pode desenvolver e mostrar todas as suas habilidades, botar em prática todo esse potencial incrível que tem dentro da você. A sua carreira é uma excelente maneira de você se realizar enquanto profissional e enquanto pessoa.

A fim de que sua carreira se impulsione e cresça exponencialmente, você pode e deve apostar na sua formação, em conseguir uma qualificação profissional ainda mais ampla e sempre buscar novos desafios. Muitas mulheres fazem isso, todos os dias.

O seu trabalho ocupa um lugar fundamental na sua vida. Ele é muito mais do que um meio de se obter dinheiro e recursos para ter uma vida mais confortável. Ele é um modo de você se posicionar no mundo e fazer a diferença. E você faz, pode ter certeza disso.

Entretanto, a carreira nem sempre é a única coisa que nós mulheres precisamos nos preocupar. E quando nos tornamos mães?

Você certamente já ouviu em algum lugar alguém soltar a seguinte frase “Ser mãe é padecer no Paraíso…”. Mas você sabe realmente o que essa frase significa, qual o significado dela?

Bem, quem é mãe sabe o quanto a maternidade é complexa. Desde os primeiros sintomas da gravidez até depois do parto, quando se torna mãe, a mulher passa por uma série de mudanças e transformações, no corpo e na mente.

A maternidade traz consigo uma série de responsabilidades. Dar banho no bebê, amamentar, trocar fraldas, vestir. Quando a criança cresce, as atribuições continuam: levar à criança até a creche ou escolinha, brincar, acompanhar o desempenho escolar, levar ao médico, ufa! São muitas coisas que uma mãe precisa fazer.

Agora imagine toda essa agitação da vida de mamãe ligada a uma mulher trabalhadora, alguém que todos os dias tem uma função a cumprir dentro de um negócio, dentro de uma empresa.

Quando ela está no trabalho, pensa nos filhos que deixou em casa. Quando está em caso, pensa no trabalho que deixou na empresa. As mães trabalhadoras sempre ficam com o coração dividido ao meio. Mas as mulheres e sobretudo as mães são pessoas dotadas de habilidade e inteligência sem igual e sempre arrumam um meio de conciliar as duas coisas.

Um excelente exemplo de mãe trabalhadora que conseguiu e consegue conciliar com maestria esses dois papéis, de mãe e profissional, é Suzie Clavery Pires Guimarães e iremos contar a história dela.

Acompanhando o crescimento dos filhos de perto

Infelizmente nem todas as empresas dão o suporte necessário para uma mulher que se torna mães. Quando os filhos ainda são bebês ou crianças muito pequenas, elas precisam de um acompanhamento maior.

Suzie teve muita sorte nesse quesito, pois a empresa que ela trabalha, a IBM deu e dá inúmeras oportunidades de home office. Seus chefes, por exemplo, trabalham ao redor do mundo, sem uma estação de trabalho definida.

Um número considerável de empresas tem trabalhado também com a modalidade de trabalho em home office. Isso ajuda a empresa a otimizar custos. Você pode ter com isso uma flexibilidade maior, o que é ótimo quando se é uma mãe trabalhadora, assim como Suzie é. Pode acompanhar o crescimento do filho e ainda por cima se dedicar à sua carreira.

Trabalhar com home office exige disciplina, organização e responsabilidade, qualidades que a Suzie teve e tem de sobra. Essa flexibilidade do home office foi importante, pois a carreira é fundamental para Suzie, mas a maternidade também é.

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Suzie e seu filho Lucas.

Crescendo e inovando no mercado

Suzie começou como designer gráfica em agências de publicidade. Ela possui pós-graduação em marketing para ampliar os horizontes.  Se especializou nisso!

Suzie: “Sempre trabalhei em agências de publicidade, editoras e com mídias sociais. Surgiu a oportunidade de trabalhar com marketing para recrutamento na Michael Page, e minha responsabilidade era ser líder da américa latina de marketing online. Foi um grande desfio e um trabalho totalmente novo, mas aprendi a humanizar o trabalho de atração de talentos”.

Depois de 1 ano tendo trabalhado com Page, ela foi convidada a trabalhar na IBM, para abrir essa área que ainda não existia em Brasil, em 2011.Eles desejavam fazer inovações na área de recrutamento e escolheram Suzie para cumprir essa missão.

No Brasil, até esse momento, havia diversas novidades e melhorias na área de recursos humanos. No entanto, alguns segmentos possuem lacunas, ou seja, variados conceitos e práticas que já são uma realidade lá fora ainda não surgiram por aqui. Sendo assim, profissionais trazem do exterior as novidades e foi o que Suzie fez.

Suzie então ficou um tempo em stand by, antes de vir de fato para a IBM, algo que ocorreu após 2 meses.

Ao chegar para assumir essa nova área, Suzy teve de lidar com uma realidade bem distinta daquela conhecia no exterior, em sua experiência anterior com a Micahel Page. Ela, talentosa e competente como é, foi uma das responsáveis por tudo um processo de estruturação da marca no Brasil.

Quem trabalha com marketing não trabalha com recursos humanos. Contudo, Suzie não desistiu e procurou incansavelmente unir essas duas áreas e fazer um trabalho bem feito. Foi um bocado arriscado, visto que inicialmente ela era temporária e só foi efetivada depois de 1 ano.

Apesar de todos os desafios, com uma generosa dose de trabalho duro, ela criou uma visibilidade muito legal para a IBM, sendo efetivada antes mesmo de seu contrato temporário acabar.

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A arte de equilibrar trabalho e vida pessoal

No meio de todo esse enorme, importante e brilhante trabalho, Suzie engravidou. A gravidez ocorreu de forma planejada e plenamente consciente. Como já dissemos aqui anteriormente, muitas empresas ainda têm aquela mentalidade retrógrada de que quando a mulher engravida, isso pode prejudicar a empresa.

Mas Suzie foi feliz nesse aspecto, pois contou com todo o apoio da IBM.

Suzie: “A IBM valoriza muito a maternidade, flexibilidade. Há diversos planos de apoio, com remédios, planos de saúde e etc…

Elas têm a mesmas responsabilidades dos homens no momento do trabalho. Ter filho não pode restringir a carreira da mulher. Foi uma gravidez planejada. Desempenhei as atividades feliz e consciente.

Eles promovem um ambiente inclusivo. A IBM oferece além dos 4 meses do governo, oferece 2 meses a mais. Para não perder os talentos femininos. Perde o profissional que já está capacitado para poder amamentar mais meses. Por isso eles dão 2 meses a mais!”.

É uma grande aventura e desafio ser mãe e trabalhadora ao mesmo tempo. No entanto, Suzie acredita e afirma que quando você está feliz, você permanece trabalhando de uma forma muito mais qualitativa, eficiente, poderosa.

Suzie praticamente brincou de equilibrista. Ela procurou e conseguiu equilibrar de maneira talentosa a sua vida profissional e sua vida pessoal.

Descobrindo novas possibilidades

Tudo bem se você é mãe trabalhadora e quer uma ter uma carreira e não sabe por onde começar, o que fazer, se tem dúvidas sobre qual carreira seguir, qual área escolher. Quando Suzie prestou vestibular, ela não tinha ideia do que queria.

Tudo que ela sabia era do que gostava: gostava de desenhar. Desse jeito, ela, entre outros cursos, prestou vestibular para arquitetura e desenho industrial, curso com o qual se identificou muito.

Suzie então foi atrás de agências e acredita que agrega muito valor, pois ela tem o domínio de ferramentas e técnicas e isso é um diferencial, pois a maioria das pessoas só tem conhecimento de marketing em si.

Ela se especializou em marketing, pois acreditou que isso poderia abrir portas estratégicas. Por muitas mulheres em geral e mães trabalhadoras ficam perdidas muitas vezes, pois nem sempre estão plenamente satisfeitas ou realizadas no seu trabalho, pelo fato de não terem descoberto ainda o que pode alavancar sua carreira.

É por isso que é interessante você se inspirar na Suzie. Ela so descobriu isso mais para a frente! Descobriu o marketing como encantamento e aprimoramento.

Suzie: “Se fosse voltar no tempo, eu faria a mesma coisa”.

Se você é uma mãe trabalhadora, você tem inúmeras responsabilidades, coisas para lidar, crianças para cuidar. Precisa se preocupar em ter condições de bancar uma vida boa para os seus filhos. Desse modo, elas têm medo de sair de sua área, de largar aquela empresa que não a apoia para buscar novos horizontes, pois tem medo de arriscar e isso impactar sua família.

Ou ainda há aquelas mulheres que prezam muito pela sua carreira, que nutrem o desejo de fazer coisas novas, de ser e fazer diferente, mas ao mesmo tempo querem ser mães. O que Suzie aconselha é que essas mulheres (e isso inclui você!) jamais deve abandonar o sonho de ser mãe.

Sendo uma mãe exemplar e uma profissional fantástica

Se você quer ser mãe, não desista disso por conta da sua carreira. Se a empresa não oferece as condições, busque outros caminhos. Busque o equilíbrio! Você, assim como Suzie mostrou, não precisa escolher um caminho. Pode, do mesmo modo que ela, escolher vários.

Suzie é a mãe de 2 filhos, inclusive um deles ainda em gestação, e possui uma carreira brilhante. Conseguiu realizar o equilíbrio perfeito entre esses dois mundos, onde, aliás, um serve de motivação para o outro.

Além de tudo isso, Suzie que sempre foi uma pessoa muito ativa, resolveu compartilhar suas novas experiências como mãe quando o seu primeiro filho nasceu através do blog Maternidade em Cena. Ela sentiu a necessidade de desabafar sobre tudo o que ela viveu depois da gravidez, e de forma divertida compartilha experiências da maternidade, falando sobre temas como depressão pós parto, amamentação e esse equilíbrio entre os filhos e o trabalho.

Suzie:“ Eu quis diferenciar no meu blog, escrever sempre foi uma paixão minha. O blog foi muito mais para mim, porque depois de tantos desabafos no Facebook, criei um espaço para desabafar e compartilhar essas experiências com outras mães. Por mais que você leia muito sobre os assuntos da maternidade, você só saberá quando for realmente mãe.”

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