Por que mais de 70% das 500 empresas listadas na Fortune possuem programa de mentoria

Se engana quem pensa que as iniciativas corporativas com mentores são registradas em pontos esporádicos do mercado.

Uma recente pesquisa divulgada pela Universidade de Cornell, localizada no Estado de Nova Iorque, Estados Unidos, mostra um quadro totalmente contrário – esse tipo de proposta já está bem estabelecida no mainstream dos grandes grupos.

Segundo o relato, mais de 70% das 500 empresas listadas na Fortune possuem programas de mentoria interna.

A Knowe é uma startup que oferece, por meio de mentorias, soluções para empresas e profissionais liberais que podem dar um upgrade na carreira por meio desse compartilhamento de conhecimentos.

Como é a revista Fortune

Fundada ainda nos anos 1930, a revista Fortune é um dos principais títulos ligados ao jornalismo de negócios, tendo como grande concorrente a igualmente popular Forbes.

A lista das 500 maiores corporações dos Estados Unidos é apresentada por um subproduto da publicação, a Fortune 500. A lista existe desde 1955 e envolve grandes organizações que possuem capital aberto.

Sendo assim, quando se referem a esse tipo de cenário, tenha certeza de que estão falando dos maiores players do mercado mundial.

Se uma prática, como é o caso dos programas de mentoria, está sendo utilizada em mais de 70% das 500 empresas listadas na Fortune, tenha certeza de que trata-se de um dado muito relevante.

Por que fazer mentorias nas empresas?

Como você já deve ter lido por aqui no Blog da Knowe, existem diversos pontos positivos de um programa de mentoria aplicado no dia a dia de uma corporação.

Selecionamos alguns abaixo:

Dá lugar a novos líderes

Com as mentorias da plataforma da Knowe, é possível estabelecer uma dinâmica de reconhecimento interno entre os diversos níveis hierárquicos da empresa.

É uma forma, por exemplo, dos diretores de cada área aplicarem esse tipo de atuação e, assim, dar oportunidades de crescimento em aprendizado e relacionamento a pessoas interessadas na equipe.

Retém talentos

Empresas que se apoiam em programas internos de mentoria têm registrado redução nos índices de turnover.

Algumas publicações, como a respeitada Harvard Business Review chega a relatar a “falta de iniciativas em mentoria” como um dos motivos que fazem o empregado abandonar o posto mais cedo.

Promove a diversidade

Já existem cases de programas de mentoria específicos para abordar o tema da diversidade.

A ideia dessas propostas é a de incentivar em grupos com menor representatividade no mundo corporativo, possibilidades de valorização e desenvolvimento de papéis de liderança.

Transmite a cultura da empresa

Os valores coletivos cristalizados na gestão de cada companhia podem ser transmitidos de forma bastante eficiente por meio das mentorias.

A cultura da empresa vai ser difundida a um público interessado e bastante especializado, sendo possível, até mesmo, formar embaixadores da marca.

 

Entre em contato com a Knowe e siga os passos de 70% das 500 empresas listadas na Fortune possuem programas de mentoria interna.

 

Leia mais:

O que fazem os embaixadores da empresa e como encontra-los

 

Mentoria promove a retenção de profissionais e maior diversidade na sua empresa

Que tipos de treinamentos internos e ações de promoção estão sendo desenvolvidos em sua companhia que levam em consideração a questão da diversidade?

Você sabia que mentoria promove a retenção de profissionais e maior diversidade na sua empresa?

Acredite: a afirmação acima não foi uma invenção do Blog da Knowe, nada disso!

Faz parte de uma pesquisa conduzida pela Escola de Relações Industriais e Trabalhistas da Universidade de Cornell, no Estado de Nova Iorque, Estados Unidos.

De acordo com o estudo, os programas de mentorias estão em constante ascensão em território norte-americano e, por influência, em diversos pontos do cenário corporativo ao redor do planeta.

O papel dos mentores está intimamente ligado ao DNA da Knowe, que é uma startup que oferece soluções corporativas para aprendizagem e identificação de embaixadores da marca. Isso é feito, justamente, por uma plataforma de mentorias.

O que diz o estudo

De acordo com o paper apresentado pela Universidade de Cornell, grandes companhias listadas pela revista Fortune afirmaram executar algum tipo de programa interno de mentoria.

Aos executivos ouvidos no estudo, foi feita a seguinte questão: quais as evidências de que trabalhos de mentoria estão promovendo a retenção de profissionais e maior diversidade na empresa?

Qual a natureza das mentorias nas grandes empresas

Conforme relatou a pesquisa, algumas das boas práticas apresentados quando o tema são as mentorias nas grandes empresas estão ligados a ações positivas em determinadas frentes.

Dentre elas, podemos destacar:

  • a promoção da diversidade interna;
  • ajudando os novos contratados a se ajustar às novas funções
  • desenvolvendo o potencial dos empregados.

Um dos pontos revelados pelo estudo sugere que, nas empresas pesquisadas, é de fundamental importância que o alto escalão da organização esteja envolvido nessas iniciativas como mentores ou na elaboração do processo em si.

É importante que a questão da diversidade não seja colocada, apenas, como um “assunto para o setor de RH”, mas que envolva todos os eixos fundamentais da companhia.

O benefício das mentorias para a diversidade

Difundir a diversidade nas grandes empresas é um desafio e, desde os anos 1980, pesquisas internacionais apontam que a utilização de programas com mentores tem se mostrado eficiente.

Quando abordamos a diversidade no mundo corporativo, tendo como cenário o mercado brasileiro, estamos falando de discutir e possibilitar a presença de mulheres, negros, indígenas e LGBTs nos quadros profissionais – de estagiário a executivo.

Há, ainda, fatores como níveis de escolaridade, religião, peso, idade e aparência e sua influência no relacionamento entre os colaboradores nas rotinas internas.

Os bons resultados das mentorias aparecem na retenção e promoção de profissionais, em todos os públicos internos.

Dentre todos os tipos de ações corporativas conduzidas nas companhias, como treinamento voluntário, recrutamento ou cross-training, as mentorias mostraram resultados mais positivos.

Utilize programas de mentorias em sua companhia

Se sua empresa ainda não possui nenhum tipo de programa focado nas mentorias, ela está fora de um panorama no qual se enquadram as grandes empresas multinacionais.

Quer saber como incluir esse tipo de atividade e, assim, constatar como a mentoria promove a retenção de profissionais e maior diversidade na sua empresa?

É hora de ter uma conversa com a Knowe. Fale conosco hoje mesmo e saiba como implementar, facilmente, essa moderna iniciativa em sua companhia.

 

Leia também:

Vídeos conferências ajudam no trabalho e na educação

 

6 dicas para escolher seu mentor

Segundo Monique Fernandes, em matéria publicada no site Tagarela:

Todo empreendedor precisa de conselhos dos mais experientes. Um mentor é uma pessoa bem importante na vida de negócios. Ele podem levantar ou derrubar qualquer um e suas ideias. Normalmente são empreendedores que já trilharam o mesmo caminho que você anteriormente e podem te ajudar a evitar determinados erros. Porém, nem todo empreendedor experiente tem vocação para ser mentor.

No meu caminho empreendedor, tenho quatro mentores que sempre consulto quando tenho uma grande decisão a tomar dentro da empresa. Costumo dizer que eles formam um conselho consultivo da Tagarela. Escolhi pessoas alinhadas aos meus valores e que são empreendedores com muitos anos de experiência no melhor estilo ‘self-made man.’

Na minha curta experiência de cinco anos empreendendo já vivi muitas situações que serviram de exemplo para outros empreendedores. Por isso já fui chamada por diversos eventos para compartilhar minhas experiências e dar conselhos. Com o tempo, fui aprendendo como um mentor deve agir. Vou listar as características de um bom mentor e o que você deve considerar para escolher o seu:

– Mentor pergunta muito, ouve bastante e fala pouco: 
Um bom mentor funciona como uma espécie de coach: te faz as perguntas certas para entender o seu cenário e te coloca para pensar. Muitas vezes vai terminar a conversa deixando uma dúvida no ar. Ele nunca vai chegar, com a solução pronta, dizendo o que você precisa fazer. Sabe aquela máxima: “não dê o peixe, mas ensine a pescar?” É isso o que o mentor vai fazer por você: te guiar para que você enxergue o que precisa ser feito e nunca vai te dar respostas prontas;

– Mentor não dá ordens:
Desconfie de mentores que dão ordens, falam contigo no imperativo, e te entregam a solução pronta. O mentor não é seu chefe! É alguém que está dispondo do seu tempo para te auxiliar a não passar pelos mesmos problemas que ele. Mas ele pode, sim, dar broncas e chamar sua atenção se ele perceber que você não está numa rota boa;

– Mentor fica disponível, mas não faz cobranças:
Como dito acima, o mentor não dá ordens, logo, não faz cobranças diárias de status de tarefas. Todos os meus mentores sempre estão disponíveis para tirar dúvidas por telefone, WhatsApp, ou um papo mais longo. Porém, nunca ficam diariamente me mandando mensagens para saber status de tarefas que me passaram. Eles me deixam livres para procurá-lo novamente quando eu fizer o que precisa ser feito. Somente condicionam um novo bate-papo à conclusão de uma tarefa. Logo, se eu preciso de um novo encontro, preciso executar rapidamente a tarefa solicitada;

– Mentor te motiva e não te deixa para baixo:
O mentor te inspira e motiva, celebra suas conquistas e nunca te deixa para baixo. Se você sai do encontro com seu mentor deprimido e com vontade de deixar de empreender, é melhor você trocar de conselheiro.

– Tenha um mentor para cada área:
A proposta é que você tenha um mentor para cada área. Por exemplo, um para gestão de pessoas, outro para finanças etc. A ideia não é ter diversos mentores para validar o conselho de um com os outros. A pessoa que faz isso é insegura, pois está com medo de tomar uma decisão e quer outra pessoa decidindo por ela para poder transferir a responsabilidade.

– Siga seu feeling:
Vi uma palestra uma vez que corroborou o meu pensamento, você pode planejar, analisar métricas, mas, para a decisão final, o que você deve contar é o seu feeling. Sim! Pode parecer loucura, mas é a realidade de todos os empreendedores; no fim a decisão é sua e sempre baseada no que acreditamos e esperamos que aconteça. Baseada nas nossas experiências e idiossincrasias. Você não pode e nem deve responsabilizar ninguém por isso! Mesmo que você siga o conselho do seu mentor, a decisão de implementá-lo foi absolutamente sua. Afinal, na calada da noite, é você com os seus pensamentos e seus fantasmas. A empresa é sua e não do seu mentor, só você sabe o que te aflige. Tome a decisão que você julgar melhor para você e o seu negócio!

 

A Knowe, além da busca inteligente para encontrar o mentor ideal para você, ajuda a encontrar via chat service o profissional que irá te auxiliar da melhor maneira possível de acordo com a sua necessidade e seu momento de vida. Mande uma mensagem para a Anna, nossa assistente de carreira, e encontre a pessoa certa.

 

6 dicas para escolher seu mentor

Segundo Monique Fernandes, em matéria publicada no site Tagarela:

Todo empreendedor precisa de conselhos dos mais experientes. Um mentor é uma pessoa bem importante na vida de negócios. Ele podem levantar ou derrubar qualquer um e suas ideias. Normalmente são empreendedores que já trilharam o mesmo caminho que você anteriormente e podem te ajudar a evitar determinados erros. Porém, nem todo empreendedor experiente tem vocação para ser mentor.

No meu caminho empreendedor, tenho quatro mentores que sempre consulto quando tenho uma grande decisão a tomar dentro da empresa. Costumo dizer que eles formam um conselho consultivo da Tagarela. Escolhi pessoas alinhadas aos meus valores e que são empreendedores com muitos anos de experiência no melhor estilo ‘self-made man.’

Na minha curta experiência de cinco anos empreendendo já vivi muitas situações que serviram de exemplo para outros empreendedores. Por isso já fui chamada por diversos eventos para compartilhar minhas experiências e dar conselhos. Com o tempo, fui aprendendo como um mentor deve agir. Vou listar as características de um bom mentor e o que você deve considerar para escolher o seu:

– Mentor pergunta muito, ouve bastante e fala pouco: 
Um bom mentor funciona como uma espécie de coach: te faz as perguntas certas para entender o seu cenário e te coloca para pensar. Muitas vezes vai terminar a conversa deixando uma dúvida no ar. Ele nunca vai chegar, com a solução pronta, dizendo o que você precisa fazer. Sabe aquela máxima: “não dê o peixe, mas ensine a pescar?” É isso o que o mentor vai fazer por você: te guiar para que você enxergue o que precisa ser feito e nunca vai te dar respostas prontas;

– Mentor não dá ordens:
Desconfie de mentores que dão ordens, falam contigo no imperativo, e te entregam a solução pronta. O mentor não é seu chefe! É alguém que está dispondo do seu tempo para te auxiliar a não passar pelos mesmos problemas que ele. Mas ele pode, sim, dar broncas e chamar sua atenção se ele perceber que você não está numa rota boa;

– Mentor fica disponível, mas não faz cobranças:
Como dito acima, o mentor não dá ordens, logo, não faz cobranças diárias de status de tarefas. Todos os meus mentores sempre estão disponíveis para tirar dúvidas por telefone, WhatsApp, ou um papo mais longo. Porém, nunca ficam diariamente me mandando mensagens para saber status de tarefas que me passaram. Eles me deixam livres para procurá-lo novamente quando eu fizer o que precisa ser feito. Somente condicionam um novo bate-papo à conclusão de uma tarefa. Logo, se eu preciso de um novo encontro, preciso executar rapidamente a tarefa solicitada;

– Mentor te motiva e não te deixa para baixo:
O mentor te inspira e motiva, celebra suas conquistas e nunca te deixa para baixo. Se você sai do encontro com seu mentor deprimido e com vontade de deixar de empreender, é melhor você trocar de conselheiro.

– Tenha um mentor para cada área:
A proposta é que você tenha um mentor para cada área. Por exemplo, um para gestão de pessoas, outro para finanças etc. A ideia não é ter diversos mentores para validar o conselho de um com os outros. A pessoa que faz isso é insegura, pois está com medo de tomar uma decisão e quer outra pessoa decidindo por ela para poder transferir a responsabilidade.

– Siga seu feeling:
Vi uma palestra uma vez que corroborou o meu pensamento, você pode planejar, analisar métricas, mas, para a decisão final, o que você deve contar é o seu feeling. Sim! Pode parecer loucura, mas é a realidade de todos os empreendedores; no fim a decisão é sua e sempre baseada no que acreditamos e esperamos que aconteça. Baseada nas nossas experiências e idiossincrasias. Você não pode e nem deve responsabilizar ninguém por isso! Mesmo que você siga o conselho do seu mentor, a decisão de implementá-lo foi absolutamente sua. Afinal, na calada da noite, é você com os seus pensamentos e seus fantasmas. A empresa é sua e não do seu mentor, só você sabe o que te aflige. Tome a decisão que você julgar melhor para você e o seu negócio!

 

A Knowe, além da busca inteligente para encontrar o mentor ideal para você, ajuda a encontrar via chat service o profissional que irá te auxiliar da melhor maneira possível de acordo com a sua necessidade e seu momento de vida. Mande uma mensagem para a Anna, nossa assistente de carreira, e encontre a pessoa certa.

 

56% dos trabalhadores formais estão insatisfeitos com o trabalho, revela pesquisa.

Segundo Thais Herédia, em matéria publicada no G1:

 

O emprego está voltando, mostram os dados do mercado de trabalho. O Brasil chegou a contabilizar mais de 14 milhões de desempregados no início do ano de 2017. E ao final dele, foram 12,7 milhões, segundo o IBGE. Há um novo dado sobre o mercado de trabalho no país que acende um alerta para um dos principais debates sobre o tema: a qualidade do emprego e da relação entre empregadores e empregados.3

 

Uma pesquisa feita pelo Instituto Locomotiva revela que 56% dos trabalhadores com carteira assinada estão insatisfeitos com seu emprego. Isto significa que 18,7 milhões de pessoas trocariam de lugar na busca de mais alegria no trabalho. Apenas um terço dos entrevistados pela entidade se declarou satisfeito de modo geral. Numa economia que tem 33,3 milhões de trabalhadores formais, como fazer para trocar mais da metade de lugar sem tira-los do mercado?

 

“Um dos grandes problemas das empresas, que nem no período da crise e do aumento do desemprego foi superado, é a troca de pessoal, o turnover. Qual prejuízo que isso tem para as empresas? Todo treinamento que a empresa investe nos funcionários deixa de existir quando ela perde este talento para alguma concorrência. Combater o turnover das empresas é um dos grandes desafios para construção da produtividade no Brasil”, disse ao Blog o economista Renato Meirelles, presidente do Instituto Locomotiva.

 

A mesma estatística do IBGE que mostra que o desemprego diminuiu nos últimos seis meses revela que 74% das vagas criadas entre janeiro e outubro de 2017 estão na informalidade. Com a legislação trabalhista que surge depois da reforma, espera-se que boa parte deste contingente seja formalizado sob novas condições que não necessariamente a carteira de trabalho.

 

A pesquisa do Locomotiva mostrou que, dos 1019 entrevistados, 81% conhecem o tema da reforma trabalhista, mas não se consideram informados sobre as mudanças. A ameaça do desemprego pode ter se arrefecido com a melhora dos últimos meses, mas a preocupação com futuro, não, já que 87% disseram estar preocupados com os efeitos que a nova CLT vai causar no mercado.

 

Mesmo que convivendo com a insegurança com a nova legislação, os trabalhadores sinalizam que o salário não é a única forma de motivação para gerar satisfação. Para 87% dos entrevistados pelo Locomotiva, as premiações em produtos e serviços são uma boa forma de as empresas valorizarem seus funcionários. Já 80% acreditam que programas de premiação podem estimular muito a sensação de reconhecimento, a produtividade e a melhora do ambiente de trabalho, além da satisfação geral.

 

“A pesquisa deixou claro que, infelizmente, não basta apenas um bom salário para manter os funcionários motivados. Quando mais da metade de trabalhadores formais querem mudar de emprego, alguma coisa precisa ser revista no jeito em que as empresas estão engajando a sua força de trabalho”, disse Renato Meirelles. 

 

Parece que está faltando também psicologia e noção de relações humanas dentro das empresas brasileiras. Numa escala de graus de satisfação dos trabalhadores, é como se salário fosse essencial, premiação fosse sensacional e o reconhecimento “imaterial”, fosse extraordinário.

 

A pesquisa mostra que 96% das pessoas consideram importante que as empresas reconheçam seus funcionários por meio de recompensas materiais como dinheiro, viagens, vale-presente, etc. E 90% consideram que este reconhecimento pode vir sob outras formas, como elogios, homenagens até mesmo uma estrela no peito, desde que seja uma atitude que valorize a entrega do trabalhador. 

 

Pensando em soluções para diminuir o índice de turn ouver e aumentar a retenção de talentos, a Knowe traz produtos corporativos para que as empresas possam oferecer aos colaboradores novos benefícios como forma de reconhecimento e motivação aos funcionários além do aumento de produtividade do funcionário visto que o investimento está indo para o desenvolvimento de habilidades e experiências.

 

Para conhecer os nosso produtos, entre em contato via site.

 

 

 

56% dos trabalhadores formais estão insatisfeitos com o trabalho, revela pesquisa.

Segundo Thais Herédia, em matéria publicada no G1:

 

O emprego está voltando, mostram os dados do mercado de trabalho. O Brasil chegou a contabilizar mais de 14 milhões de desempregados no início do ano de 2017. E ao final dele, foram 12,7 milhões, segundo o IBGE. Há um novo dado sobre o mercado de trabalho no país que acende um alerta para um dos principais debates sobre o tema: a qualidade do emprego e da relação entre empregadores e empregados.3

 

Uma pesquisa feita pelo Instituto Locomotiva revela que 56% dos trabalhadores com carteira assinada estão insatisfeitos com seu emprego. Isto significa que 18,7 milhões de pessoas trocariam de lugar na busca de mais alegria no trabalho. Apenas um terço dos entrevistados pela entidade se declarou satisfeito de modo geral. Numa economia que tem 33,3 milhões de trabalhadores formais, como fazer para trocar mais da metade de lugar sem tira-los do mercado?

 

“Um dos grandes problemas das empresas, que nem no período da crise e do aumento do desemprego foi superado, é a troca de pessoal, o turnover. Qual prejuízo que isso tem para as empresas? Todo treinamento que a empresa investe nos funcionários deixa de existir quando ela perde este talento para alguma concorrência. Combater o turnover das empresas é um dos grandes desafios para construção da produtividade no Brasil”, disse ao Blog o economista Renato Meirelles, presidente do Instituto Locomotiva.

 

A mesma estatística do IBGE que mostra que o desemprego diminuiu nos últimos seis meses revela que 74% das vagas criadas entre janeiro e outubro de 2017 estão na informalidade. Com a legislação trabalhista que surge depois da reforma, espera-se que boa parte deste contingente seja formalizado sob novas condições que não necessariamente a carteira de trabalho.

 

A pesquisa do Locomotiva mostrou que, dos 1019 entrevistados, 81% conhecem o tema da reforma trabalhista, mas não se consideram informados sobre as mudanças. A ameaça do desemprego pode ter se arrefecido com a melhora dos últimos meses, mas a preocupação com futuro, não, já que 87% disseram estar preocupados com os efeitos que a nova CLT vai causar no mercado.

 

Mesmo que convivendo com a insegurança com a nova legislação, os trabalhadores sinalizam que o salário não é a única forma de motivação para gerar satisfação. Para 87% dos entrevistados pelo Locomotiva, as premiações em produtos e serviços são uma boa forma de as empresas valorizarem seus funcionários. Já 80% acreditam que programas de premiação podem estimular muito a sensação de reconhecimento, a produtividade e a melhora do ambiente de trabalho, além da satisfação geral.

 

“A pesquisa deixou claro que, infelizmente, não basta apenas um bom salário para manter os funcionários motivados. Quando mais da metade de trabalhadores formais querem mudar de emprego, alguma coisa precisa ser revista no jeito em que as empresas estão engajando a sua força de trabalho”, disse Renato Meirelles. 

 

Parece que está faltando também psicologia e noção de relações humanas dentro das empresas brasileiras. Numa escala de graus de satisfação dos trabalhadores, é como se salário fosse essencial, premiação fosse sensacional e o reconhecimento “imaterial”, fosse extraordinário.

 

A pesquisa mostra que 96% das pessoas consideram importante que as empresas reconheçam seus funcionários por meio de recompensas materiais como dinheiro, viagens, vale-presente, etc. E 90% consideram que este reconhecimento pode vir sob outras formas, como elogios, homenagens até mesmo uma estrela no peito, desde que seja uma atitude que valorize a entrega do trabalhador. 

 

Pensando em soluções para diminuir o índice de turn ouver e aumentar a retenção de talentos, a Knowe traz produtos corporativos para que as empresas possam oferecer aos colaboradores novos benefícios como forma de reconhecimento e motivação aos funcionários além do aumento de produtividade do funcionário visto que o investimento está indo para o desenvolvimento de habilidades e experiências.

 

Para conhecer os nosso produtos, entre em contato via site.

 

 

 

Em momentos de crise, qual a melhor forma para crescer pessoalmente e profissionalmente?

Entenda o que um mentor pode fazer de diferente em sua jornada profissional e pessoal – e como conseguir encontrar um

 

Nos últimos tempos, o termo mentoria tem aparecido em diversos segmentos, como o profissional, econômico, educacional e até pessoal.

Mas qual a importância dos mentores em nossas vidas?

É justamente sobre esse assunto que o Blog da Knowe vai falar um pouco no artigo de hoje.

Trata-se de um tipo de relação de troca de experiências bastante proveitosa, que pode fazer toda a diferença em suas atividades (independente de qual seja).

Quem foram seus mentores?

Na infância e adolescência, muitas vezes dentro de casa, é possível observar quem são as figuras que te guiam no processo de aprendizagem para a vida.

Em alguns casos, são os próprios pais ou irmãos mais velhos os responsáveis por mostrar alguns pontos: “cuidado ao subir nessa árvore”, “não aceite nada de estranhos na rua”, “não coma as coisas do chão”, etc.

Em seguida, começam a surgir as figuras como os músicos, atletas e personagens do cinema e TV que passam a influenciar suas atitudes e condutas.

Essa é uma fase natural, mas não significam que são mentores, mas sim “ídolos”, que indiretamente fornecem algumas diretrizes no seu jeito de ser.

A escola e as mentorias

Então é no período escolar em que, finalmente, se aprende qual a importância das mentorias em nossas vidas?

Em parte, sim.

De fato, na escola é que o modelo de instrução passa a ser aplicado, desde a educação infantil, até o ensino superior e pós-graduação.

Mas ainda assim, a figura do mentor é diferente da de um professor.

Existem diversos ruídos como o volume de matérias, a idade em que são aplicadas, o momento social do aluno e, até mesmo, a qualidade dos docentes que podem prejudicar essa relação.

As mentorias são eficientes pois são focadas

A importância das mentorias em nossas vidas, seja na profissional ou pessoal, está ligada, principalmente, ao foco da proposta.

Na escola, o aluno é obrigado a seguir uma lista de presença. Nas mentorias, o interessado vai em busca dos conhecimentos do seu mentor.

Sendo assim, nesse caminho contrário, existe uma sede de ambas as partes na relação de parceria: o mentor está comprometido com o ensinamento e o aprendiz, por sua vez, está sedento pela instrução.

O que os mentores ensinam?

Nesse forte vínculo formado entre os aprendizes e os responsáveis pelas mentorias, é possível notar a forte presença de alguns valores, fundamentais para a vida desse “aluno”.

Destacamos algumas delas:

  • Responsabilidade: O mentor não vai ensinar o que é responsabilidade, mas suas palavras vão dar o peso que esse conceito exige na vida profissional; é preciso agir com responsabilidade e, cada vez que a voz do mentor for lembrada, esse tema vai ficar em evidência em sua atividade;
  • Motivação: Durante a vida, às vezes sem perceber, alguns caminhos deixam de ser trilhados por falta de motivação. Nas mentorias, esse será um importante combustível: se você quer, você pode; a figura do mentor estará focada em impulsionar seus pensamentos e convertê-los em ações – e, importante, também amparar no caso de eventuais falhas.
  • Conhecimento: Por fim, talvez o tema que resume qual a importância dos mentores em nossa vidas, que é o ato de transmitir seu aprendizado. Pela voz do mentor, o conhecimento direcionado e aplicado vai fluir e complementar os interesses dos aprendizes, sedentos para novos desafios em sua atuação profissional e pessoal.

Como encontrar o mentor ideal?

Gostou da proposta de ter uma mentoria para dar um upgrade em sua vida? Quer saber por onde começar a ter esses avanços?

Chegou a hora de você conhecer a plataforma da Knowe. Uma rede que integra, em um único e moderno ambiente, pessoas interessadas em aprender com mentores prontos para ensinar.

Acesse hoje mesmo o site da Knowe e dê o primeiro passo para a entender qual a importância das mentorias em sua vida – e começar a colher frutos dessa ideia!

 

Leia também: Ano Novo, carreira nova: como ter mudanças profissionais

Em momentos de crise, qual a melhor forma para crescer pessoalmente e profissionalmente?

Entenda o que um mentor pode fazer de diferente em sua jornada profissional e pessoal – e como conseguir encontrar um

 

Nos últimos tempos, o termo mentoria tem aparecido em diversos segmentos, como o profissional, econômico, educacional e até pessoal.

Mas qual a importância dos mentores em nossas vidas?

É justamente sobre esse assunto que o Blog da Knowe vai falar um pouco no artigo de hoje.

Trata-se de um tipo de relação de troca de experiências bastante proveitosa, que pode fazer toda a diferença em suas atividades (independente de qual seja).

Quem foram seus mentores?

Na infância e adolescência, muitas vezes dentro de casa, é possível observar quem são as figuras que te guiam no processo de aprendizagem para a vida.

Em alguns casos, são os próprios pais ou irmãos mais velhos os responsáveis por mostrar alguns pontos: “cuidado ao subir nessa árvore”, “não aceite nada de estranhos na rua”, “não coma as coisas do chão”, etc.

Em seguida, começam a surgir as figuras como os músicos, atletas e personagens do cinema e TV que passam a influenciar suas atitudes e condutas.

Essa é uma fase natural, mas não significam que são mentores, mas sim “ídolos”, que indiretamente fornecem algumas diretrizes no seu jeito de ser.

A escola e as mentorias

Então é no período escolar em que, finalmente, se aprende qual a importância das mentorias em nossas vidas?

Em parte, sim.

De fato, na escola é que o modelo de instrução passa a ser aplicado, desde a educação infantil, até o ensino superior e pós-graduação.

Mas ainda assim, a figura do mentor é diferente da de um professor.

Existem diversos ruídos como o volume de matérias, a idade em que são aplicadas, o momento social do aluno e, até mesmo, a qualidade dos docentes que podem prejudicar essa relação.

As mentorias são eficientes pois são focadas

A importância das mentorias em nossas vidas, seja na profissional ou pessoal, está ligada, principalmente, ao foco da proposta.

Na escola, o aluno é obrigado a seguir uma lista de presença. Nas mentorias, o interessado vai em busca dos conhecimentos do seu mentor.

Sendo assim, nesse caminho contrário, existe uma sede de ambas as partes na relação de parceria: o mentor está comprometido com o ensinamento e o aprendiz, por sua vez, está sedento pela instrução.

O que os mentores ensinam?

Nesse forte vínculo formado entre os aprendizes e os responsáveis pelas mentorias, é possível notar a forte presença de alguns valores, fundamentais para a vida desse “aluno”.

Destacamos algumas delas:

  • Responsabilidade: O mentor não vai ensinar o que é responsabilidade, mas suas palavras vão dar o peso que esse conceito exige na vida profissional; é preciso agir com responsabilidade e, cada vez que a voz do mentor for lembrada, esse tema vai ficar em evidência em sua atividade;
  • Motivação: Durante a vida, às vezes sem perceber, alguns caminhos deixam de ser trilhados por falta de motivação. Nas mentorias, esse será um importante combustível: se você quer, você pode; a figura do mentor estará focada em impulsionar seus pensamentos e convertê-los em ações – e, importante, também amparar no caso de eventuais falhas.
  • Conhecimento: Por fim, talvez o tema que resume qual a importância dos mentores em nossa vidas, que é o ato de transmitir seu aprendizado. Pela voz do mentor, o conhecimento direcionado e aplicado vai fluir e complementar os interesses dos aprendizes, sedentos para novos desafios em sua atuação profissional e pessoal.

Como encontrar o mentor ideal?

Gostou da proposta de ter uma mentoria para dar um upgrade em sua vida? Quer saber por onde começar a ter esses avanços?

Chegou a hora de você conhecer a plataforma da Knowe. Uma rede que integra, em um único e moderno ambiente, pessoas interessadas em aprender com mentores prontos para ensinar.

Acesse hoje mesmo o site da Knowe e dê o primeiro passo para a entender qual a importância das mentorias em sua vida – e começar a colher frutos dessa ideia!

 

Leia também: Ano Novo, carreira nova: como ter mudanças profissionais

High turnover is expensive for the company

A high flow of recruiting and dismissals can have negative consequences for your business – learn how to avoid it

The best question to start our conversation is: how much does high turnover cost for the company?

A company that records a heavy flow of incoming and outgoing employees should trigger a warning signal. Something may be wrong in the working relationship between sectors.

In general, the “in and out” of employees represents a failure in the continuity of operations.

This detail can be detrimental to the course of business, pace, and even productivity.

It is essential to identify the causes of high turnover in the company and to apply mechanisms that can restrain this movement.

Employees who do not know the philosophy of the company

When applying for a job opportunity, often the interested party is motivated by financial and social factors among many other reasons, and perhaps the future workplace has been carefully analyzed.

Human Resources experts warn that when new employees do not fully know about the company’s future activity, there is an increased chance they will not adapt and thus, change jobs in a short period.

Preparing this future collaborator at the recruiting process is one of the advantages offered by Knowe’s tool.

The startup proposes that the broadcast of the company culture be conducted by mentors, in videoconferences, carried out by Advisors, who can be advocates of the company.

In this way, there is an alignment between demands and hiring – the results will be more integrated teams and, consequently, a progressive decrease in high turnover.

This article of the Knowes Blog teaches you how to select and maintain talent for your company.

How much does high turnover costs for the company?

Instead of benefiting from work continuity and increased productivity, high turnover creates extra expenses for the company.

We’ve gathered some examples of these expenses below!

Each employee’s departure generates costs for termination: salary balance, prior notice, expiration, proportionate vacations, constitutional holiday bonus, 13th proportional salary, 40% for the FGTS, among other charges provided for in the Labor Legislation.

As soon as an employee leaves the company, this position becomes vacant, and the pace of work changes. In some cases, the fall in productivity alters the company’s bottom line results, and profits can fall.

The “in and out” of employees is not just within the realm of local HR. This information is easily scattered in the marketplace and can change the company’s reputation. Investors, partners, and competitors are seeking to learn the reasons for this high turnover.

Technology as a solution for high turnover

Knowe proposes to optimize the company’s internal and external relations through technological innovations.

In a direct and modern way, the startup shares the company culture through efficient videoconferences.

Mentoring spreads the targeted messages desired by the organization.

If you are an HR professional, contact the Knowe team today. It’s time to reduce the high turnover in your business!

 

 

 

 

 

 

How to select advocates for your company

Who are they, how to identify them, and how to propose incentives to these influential representatives of your brand

Your company retains good employees – but are they company advocates?

We call advocates the team members who, in addition to performing their duties very well, incorporate the values, missions, and objectives of the organization daily in such a way that they become the public relations of the business.

Advocates for the company have a solid understanding of their importance and contribution to the corporation’s progress. This sense of participation is so strong that the employees begin to spread this philosophy to the world.

How to be part of the company’s success

There is a classic story, which is often quoted when talking about employee engagement in an organization.

In 1962, during a visit by then-U.S. President John F. Kennedy to NASA, the U.S. space agency, he encountered a janitor, and Kennedy asked what he was doing.

The men replied, “I’m helping to get the man to the moon, Mr. President!”

This is an ideal example of identification and full integration with the interests of the company.

Three steps to choose advocates for your company

Step 1: Information

This could also be called transparency. What is your company direction? What is the focus of the business?

Are employees aware of this information? This message needs to be disseminated in a variety of ways – internal communication tools and social networks are good examples.

To encourage company advocates, offer data and paths through communication, so employees have full knowledge of their work environment.

The Knowe platform uses the formation and diffusion of quality messages through videoconferences, taught by highly qualified leaders well-versed in their area of expertise.

Learn how this technology is revolutionizing work and education.

Step 2: Incentives

What needs to be done to take employees out of their comfort zone and put them in a situation of complete integration with the company’s mission?

The answer is simple yet delicate: with incentives!

What kind of incentives?

Sales bonus are well known. But are they enough? In the case of the administrative and managerial sectors, it is necessary to develop mechanisms to be part of this movement.

Investing in an institutionalized recognition program can be a very effective way to select company advocates

Step 3: Spread the message of the company’s advocates

Once identified and selected, the company’s advocates become multipliers of knowledge and the values they have assimilated so well.

This is an excellent opportunity to use the resources Knowe offers to impact all other employees.

Through videoconferences, turn these collaborators-advocates into Advisors. The Knowe team can help you structure these channels of knowledge sharing.

Contact us today and implement an efficient advocate recruiting process for your company.